ORIENTAÇÕES DE USO CPU RADXA 1️⃣ Desligamento correto do equipamento Nunca desligar a CPU diretamente da tomada. O desligamento deve ser feito exclusivamente pela interface do Android, utilizando o botão de reiniciar ou desligar. ⚠️ A retirada direta da tomada pode corromper o eMMC.Quando isso acontece, a recuperação não é viável remotamente, pois envolve procedimentos extremamente complexos (como entrada em modo MaskRom, curto na placa, entre outros). Nesses casos, a CPU precisará ser enviada para mim para recuperação local e substituição, gerando muita dor de cabeça e atraso no processo. Segue vídeo demonstrando o desligamento correto pela interface do Android. 2️⃣ Porta USB OTG A porta USB superior do lado esquerdo é uma porta OTG. Não deve ser utilizada para conectar: Pinpads Leitores Outros periféricos 3️⃣ Conexão de periféricos Para que a CPU reconheça corretamente os periféricos, oriente o cliente a: ✔️ Conectar um periférico por vez✔️ Aguardar a mensagem na tela solicitando autorização de uso da porta USB✔️ Repetir o processo para cada novo dispositivo No CP Totem, em Dispositivos Conectados, também é possível acompanhar se o reconhecimento ocorreu corretamente. ⚠️ Em alguns casos, pode ser necessário desafixar o totem na primeira transação TEF para que o pinpad seja reconhecido.Não existe um padrão definido, mas já ocorreu — por isso, é importante orientar o cliente. 4️⃣ Fonte de alimentação O cliente deve utilizar exclusivamente a fonte homologada da RADXA, enviada pela ConnectPlug. ❌ O uso de fontes paralelas pode: Danificar a placa Gerar instabilidade Invalidar o funcionamento do equipamento 5️⃣ Procedimento para reativação da Play Store em CPUs RADXA Este procedimento deve ser realizado quando a CPU perder o vínculo com a Play Store ou apresentar problemas de certificação. Acesse remotamente a CPU Realize o acesso remoto à CPU do cliente para iniciar o procedimento. Instale o aplicativo Device ID Como a CPU pode estar sem acesso à Play Store, será necessário instalar o aplicativo Device ID manualmente. Uma opção é baixar previamente o arquivo APK do Device ID em um computador e transferi-lo para um pendrive. Em seguida: Conecte o pendrive à CPU. Acesse os arquivos do pendrive pela CPU. Localize o arquivo APK do Device ID. Execute o APK para iniciar a instalação. Caso o Android solicite autorização para instalar aplicativos de fontes desconhecidas, permita a instalação. Após a instalação, abra o aplicativo. Aplicativos desse tipo permitem consultar o Google Services Framework ID (GSF ID), que é o identificador utilizado no processo de registro do dispositivo. Identifique o ID FRAMEWORK Dentro do Device ID, localize a informação Google Services Framework (GSF) ou GSF ID. Copie esse código. É importante utilizar especificamente o GSF ID, e não outro identificador apresentado pelo aplicativo. Registre o ID no Google Acesse: Registro de dispositivos Android não certificados do Google Informe o GSF ID copiado anteriormente e realize o registro. Limpe os dados do Google Play Services No acesso remoto à CPU: Acesse Configurações > Aplicativos. Localize o Google Play Services. Acesse o armazenamento e selecione Limpar dados. Repita a limpeza de dados 3 a 4 vezes. Reinicie a CPU Após realizar a limpeza dos dados, reinicie a CPU. Aguarde o equipamento inicializar completamente. Realize uma nova limpeza Após a reinicialização, acesse novamente a CPU remotamente. Em Configurações > Aplicativos: Localize a Play Store e limpe os dados. Localize o Google Play Services e limpe os dados. Repita a limpeza dos dois aplicativos mais 3 vezes. Valide a Play Store Abra a Play Store e aguarde o carregamento. A Play Store deverá voltar a funcionar normalmente após a conclusão do procedimento. O registro do GSF ID pode levar algum tempo para ser propagado pelos serviços do Google. Observação: o procedimento de instalação via pendrive é uma alternativa para os casos em que a Play Store não está disponível para realizar o download do aplicativo. O APK deve ser obtido de uma fonte confiável e compatível com a versão Android da CPU.