CONFIGURAÇÃO FISCAL
- CONFIGURAÇÃO FISCAL - INFORMAÇÕES GERAIS
- CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFCE
- CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFE
- CONFIGURAÇÃO FISCAL - SANTA CATARINA
- CONFIGURAÇÃO FISCAL - VENDA DE PRODUTO DO TIPO GÁS
- EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO RIO GRANDE DO SUL
- EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO MATO GROSSO DO SUL
- GUIA DE CONFIGURAÇÕES FISCAIS INICIAIS
- CONTINGÊNCIA NA EMISSÃO DE NFCE
- Reforma Tributária
CONFIGURAÇÃO FISCAL - INFORMAÇÕES GERAIS
Emissão de NF-e e NFC-e
A ConnectPlug permite a emissão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) e NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) diretamente pelo sistema.
Informações importantes
-
NF-e e NFC-e: ambas podem ser emitidas pela ConnectPlug.
-
NFS-e: a ConnectPlug não realiza a transmissão de notas fiscais de serviço.
-
SINTEGRA: a ConnectPlug não gera o arquivo SINTEGRA. O cliente deverá utilizar os arquivos XML das notas fiscais emitidas pelo sistema, que podem ser obtidos pela ConnectPlug, para realizar a geração do SINTEGRA junto à contabilidade. Esse é o procedimento disponível para atender essa necessidade.
-
Certificado digital: para emissão de NF-e e NFC-e, é obrigatório utilizar certificado digital A1, no formato
.pfx. -
CSC / ID Token: é obrigatório para a emissão de NFC-e. Para NF-e, não é utilizado.
-
Cancelamento de NFC-e: o prazo padrão é de 30 minutos, podendo haver particularidades conforme a legislação da UF.
-
Cancelamento de NF-e: o prazo varia de acordo com a legislação de cada estado. Sempre confirme o prazo aplicável à UF do estabelecimento.
-
Ambiente de homologação: utilizado exclusivamente para testes e validações, sem validade fiscal.
-
Ambiente de produção: ambiente oficial utilizado para transmissão dos documentos fiscais à SEFAZ, com validade jurídica.
-
Informações do consumidor: sempre confirme com a contabilidade do cliente quais informações devem ser preenchidas na emissão da nota, incluindo a necessidade de informar telefone ou outros dados relacionados aos órgãos de defesa do consumidor.
Importante: regras fiscais, prazos, credenciamentos e procedimentos podem variar de acordo com a Secretaria da Fazenda de cada estado. Em caso de dúvida, a orientação deve ser confirmada com a contabilidade do cliente e/ou com a SEFAZ responsável.
Credenciamento para emissão de NF-e
Antes de iniciar a emissão em produção, o estabelecimento deve verificar se está credenciado junto à SEFAZ de sua UF para emissão de documentos fiscais eletrônicos.
Os procedimentos abaixo apresentam as orientações disponíveis para alguns estados.
Rio Grande do Sul
Para emissão de NF-e, o contribuinte deve realizar o credenciamento junto à SEFAZ-RS.
Credenciamento:
https://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFE-CRE.aspx
Mais informações:
https://receita.fazenda.rs.gov.br/conteudo/5043/solicitacao-de-credenciamento
Santa Catarina
O credenciamento para NF-e é realizado de forma eletrônica pelo Portal do SAT e envolve etapas relacionadas aos ambientes de teste e produção.
O ambiente de homologação pode ser utilizado para testes e validações. Para a utilização definitiva, o estabelecimento deve solicitar o credenciamento para o ambiente de produção, conforme as regras da SEF-SC.
O credenciamento para produção deve ser solicitado pelo contabilista responsável, conforme orientação da SEF-SC.
Paraná
Os estabelecimentos com inscrição ativa no Cadastro de Contribuintes do ICMS (CAD/ICMS) e enquadrados em regime que permita a emissão de documentos fiscais possuem acesso ao ambiente de homologação, conforme as regras da Receita Estadual.
Para iniciar o processo de credenciamento, deve ser realizado o requerimento de uso de sistema de processamento de dados por meio do UPD, disponível no portal da Receita/PR.
São Paulo
O estabelecimento deve verificar as exigências da SEFAZ-SP e realizar o credenciamento necessário para emissão de NF-e em ambiente de produção.
Atenção: o procedimento pode variar conforme o tipo de documento fiscal e a situação cadastral do estabelecimento. Oriente o cliente a confirmar o procedimento atualizado com a contabilidade.
Rio de Janeiro
O credenciamento para emissão de NF-e é realizado de forma eletrônica, mediante atendimento aos requisitos da SEFAZ-RJ.
Entre os requisitos está a regularidade cadastral do estabelecimento e a utilização de certificado digital, conforme as regras vigentes.
O contribuinte deve verificar sua situação junto ao CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ICMS (CAD-ICMS) e seguir as orientações da SEFAZ-RJ.
Minas Gerais
O contribuinte deve realizar o credenciamento como emissor de documentos fiscais eletrônicos junto à SEF-MG, por meio do SIARE.
Após o credenciamento, o estabelecimento poderá utilizar um sistema emissor específico, observando as orientações e regras estabelecidas pela legislação estadual.
O processo contempla a liberação dos ambientes de homologação e produção. Os prazos e procedimentos devem ser confirmados diretamente com a SEF-MG.
Espírito Santo
A SEFAZ-ES recomenda a utilização do ambiente de homologação antes do início da emissão em produção, permitindo que o contribuinte realize testes de transmissão, consulta, cancelamento e inutilização de NF-e.
Após a conclusão dos testes e atendimento aos requisitos estabelecidos, o contribuinte poderá solicitar a entrada no ambiente de produção.
O procedimento deve ser realizado conforme as orientações vigentes da SEFAZ-ES.
Pernambuco
Para emissão de NF-e, a empresa deve solicitar o credenciamento junto à SEFAZ-PE, seguindo as etapas definidas pelo órgão.
O processo contempla a utilização do ambiente de homologação antes da liberação para produção. Após o cumprimento dos testes exigidos, o contribuinte deverá solicitar o credenciamento para emissão em produção.
Mato Grosso do Sul
Para emissão de NF-e, o estabelecimento deve possuir inscrição estadual regular e realizar o credenciamento junto à SEFAZ-MS.
O processo envolve a realização de testes no ambiente de homologação, incluindo operações como:
-
Transmissão de NF-e;
-
Cancelamento de NF-e;
-
Inutilização de numeração de NF-e.
Após a conclusão dos testes e atendimento aos requisitos estabelecidos, o contribuinte poderá solicitar o credenciamento para o ambiente de produção.
Fluxo recomendado para implantação
Para evitar problemas no início da operação, recomendamos seguir esta sequência:
1. Confirmar a regularidade fiscal do estabelecimento
Verificar inscrição estadual e demais requisitos junto à SEFAZ.
2. Confirmar o credenciamento
A contabilidade deve verificar se o estabelecimento está habilitado para emissão do documento fiscal desejado.
3. Obter o certificado digital A1
O certificado deve estar válido e disponível no formato .pfx.
4. Obter o CSC e ID Token
Necessário para emissão de NFC-e, conforme as regras da UF.
5. Realizar os testes em homologação
Quando exigido ou recomendado pela SEFAZ, realizar as emissões de teste antes de iniciar a operação oficial.
6. Liberar o ambiente de produção
Após o cumprimento das exigências estaduais, realizar a configuração para emissão oficial.
7. Configurar a ConnectPlug
Cadastrar o certificado, parâmetros fiscais e demais informações necessárias para emissão.
Atenção: o credenciamento fiscal é uma responsabilidade do estabelecimento e/ou de sua contabilidade. A ConnectPlug fornece a estrutura para emissão dos documentos fiscais, mas não realiza o credenciamento da empresa junto à SEFAZ.
CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFCE
Requisitos para configuração fiscal
Requisitos obrigatórios
- Possuir o módulo de Notas Fiscais contratado e habilitado.
- Possuir certificado digital A1, no formato
.pfx, válido. - Possuir Inscrição Estadual (IE) ativa.
- Possuir os dados fiscais necessários para a configuração do estabelecimento e dos produtos.
- Para emissão de NFC-e, possuir o CSC (Código de Segurança do Contribuinte) / ID Token, conforme exigência da SEFAZ do estado.
- Sempre confirmar com a contabilidade se é necessária a inclusão do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de documentos fiscais ao consumidor.
Dados necessários para a configuração
Para realizar a configuração fiscal, solicite ao cliente ou à contabilidade:
- Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros.
- Dados fiscais dos produtos:
- NCM
- Origem da mercadoria
- CFOP
- ICMS
- PIS
- COFINS
- CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST)
- Série e numeração inicial do documento fiscal.
- CSC / ID Token, quando necessário para emissão de NFC-e.
- Demais informações fiscais específicas solicitadas pela SEFAZ da UF do estabelecimento.
Importante: os dados fiscais devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente. A ConnectPlug não define a tributação dos produtos ou os parâmetros fiscais que devem ser utilizados na emissão.
Checklists fiscais
Utilize o checklist correspondente ao estado do estabelecimento para garantir que todas as informações necessárias sejam coletadas antes da configuração:
CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFE
Requisitos para configuração fiscal
Requisitos obrigatórios
- Possuir o módulo de Notas Fiscais contratado e habilitado.
- Possuir certificado digital A1, no formato
.pfx, dentro da validade. - Possuir Inscrição Estadual (IE) ativa.
- Sempre verificar com a contabilidade a necessidade de informar o telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de documentos fiscais ao consumidor.
Dados necessários para configuração
As seguintes informações devem ser obtidas com o cliente ou sua contabilidade:
- Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros.
- Dados fiscais dos produtos:
- NCM
- Origem da mercadoria
- CFOP
- ICMS
- PIS
- COFINS
- CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST).
- Série e numeração inicial dos documentos fiscais.
Importante: os dados fiscais devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente. A ConnectPlug não define os parâmetros tributários dos produtos.
Checklists fiscais
Utilize o checklist correspondente à operação para garantir que todas as informações necessárias sejam coletadas antes da configuração:
CONFIGURAÇÃO FISCAL - SANTA CATARINA
1. Liberação do CSC e ID Token
Para realizar a emissão de NFC-e em Santa Catarina, é necessário que a ConnectPlug efetue previamente a liberação de autorização de uso do PAF-NFC-e.
Como solicitar a liberação
Os Times de Suporte e Implementação devem solicitar a liberação por meio de ticket no Octa, utilizando a macro correspondente.
No ticket, é obrigatório informar:
- Solicitação formal para liberação de uso do PAF-NFC-e.
- Lista dos CNPJs que precisam da liberação.
- Demais informações necessárias para identificação da solicitação.
SLA: as solicitações possuem prazo de atendimento de 08 horas úteis.
Após a conclusão da liberação pela ConnectPlug, a contabilidade do cliente poderá realizar a geração do CSC e do ID Token junto à SEFAZ, permitindo a emissão de NFC-e.
2. Informações importantes sobre a emissão de NFC-e em SC
A operação fiscal em Santa Catarina possui algumas particularidades que devem ser observadas durante a implantação:
- É necessário configurar três séries fiscais para a operação.
- A emissão da NFC-e no PDV é obrigatória e automática ao finalizar a venda.
- Para ativar a emissão de NFC-e em SC, o sistema não pode possuir vendas geradas ou canceladas.
- O cadastro de produtos possui informações fiscais específicas para Santa Catarina.
- Na versão do PDV habilitada para emissão de NFC-e em SC, a funcionalidade Comandas é apresentada como Contas de Cliente.
- Durante a criação e configuração da conta em Santa Catarina, o ERP apresentará uma opção para definir se o estabelecimento deseja operar exclusivamente com fins fiscais. Essa configuração será armazenada na base da ConnectPlug e utilizada para garantir que o ambiente possua as informações necessárias para a emissão dos documentos fiscais.
3. Compatibilidade das soluções
A emissão fiscal em Santa Catarina está disponível nas seguintes soluções:
- PDV Desktop: disponível a partir da versão 2.8.0 do terminal e servidor.
- Atendimento de Mesas Android: homologado e disponível para utilização em SC.
- Smart TEF: disponível em SC, pois está vinculado ao PDV Desktop.
- Autoatendimento V2: disponível em SC quando apontado para um servidor offline.
- PDV Android: disponível em SC quando apontado para um servidor offline.
4. Requisitos
Antes de iniciar a configuração, confirme se o estabelecimento atende aos seguintes requisitos:
- Possuir o módulo de Notas Fiscais.
- Possuir certificado digital A1, no formato
.pfx, válido. - Possuir Inscrição Estadual ativa.
- Solicitar a liberação de uso do PAF-NFC-e à ConnectPlug.
- Possuir o CSC e ID Token de produção, após a liberação.
- Sempre verificar com a contabilidade a necessidade de informar o telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão do documento fiscal ao consumidor.
5. Dados necessários para configuração
Solicite ao cliente ou à contabilidade todas as informações fiscais necessárias antes de iniciar a configuração.
Dados fiscais gerais
- Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros.
- NCM
- Origem da mercadoria
- CFOP
- ICMS
- PIS
- COFINS
- CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST).
- Série e numeração dos documentos fiscais.
- CSC / ID Token de produção
Importante: os dados fiscais dos produtos devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente.
6. Informações fiscais específicas de Santa Catarina
Além das informações fiscais convencionais, o cadastro de produtos em SC possui campos específicos:
- Código da Situação Tributária
- Indicador de Arredondamento (IAT)
- Indicador de Produção Própria ou de Terceiro (IPPT)
O preenchimento do IPPT não é obrigatório. Entretanto, caso a contabilidade do cliente determine sua utilização, o campo poderá ser preenchido no cadastro do produto.
7. Configuração das séries fiscais
Ao configurar uma conta em Santa Catarina, o sistema realizará parte da configuração das séries automaticamente.
Série 001 | DAV
A série 001 - DAV - Santa Catarina será criada automaticamente.
É necessário vincular um servidor a essa série.
Série 001 | NFC-e
Em seguida, deve ser criada uma nova série 001 para NFC-e, sem servidor vinculado.
Essa configuração faz com que o PDV tente realizar a transmissão online antes de utilizar a contingência.
Série 002 | NFC-e
Por fim, deve ser criada a série 002 para NFC-e, com servidor vinculado.
Essa série será utilizada para a operação em contingência, quando a NFC-e não puder ser transmitida normalmente.
Atenção: confira cuidadosamente o vínculo do servidor em cada série. A configuração incorreta pode impactar o fluxo de emissão online e em contingência.
Utilização da contingência como primeira opção
Caso o cliente opte por utilizar a contingência como primeira opção, essa configuração também deverá ser habilitada na área administrativa do PDV 2.0.
8. Configuração do CSC / ID Token
Após a liberação realizada pela ConnectPlug e a geração das credenciais pela contabilidade:
- Acesse a configuração fiscal do estabelecimento.
- Informe o CSC / ID Token de produção.
- Salve as configurações.
- Realize os testes necessários para validar a emissão.
Importante: caso o campo de CSC/ID Token esteja desabilitado, não altere a configuração por conta própria. Consulte o líder responsável para verificar o procedimento adequado.
9. Regras e particularidades da operação
Durante a configuração e atendimento do cliente, considere as seguintes regras:
- A NFC-e é emitida automaticamente ao finalizar a venda no PDV.
- Para ativar a emissão de NFC-e em SC, não pode haver vendas geradas ou canceladas no sistema.
- A funcionalidade Comandas é apresentada como Contas de Cliente na versão do PDV habilitada para emissão fiscal em SC.
- A operação online e a operação em contingência utilizam séries distintas e devem estar configuradas corretamente.
- O CSC / ID Token utilizado na operação deve ser o de produção.
CONFIGURAÇÃO FISCAL - VENDA DE PRODUTO DO TIPO GÁS
A ConnectPlug permite a emissão de NFC-e para vendas de produtos classificados como gás.
Para habilitar essa funcionalidade, é necessário ativar uma configuração específica na área de Configurações Fiscais. Após a habilitação, novos campos fiscais serão disponibilizados no cadastro do produto, permitindo o preenchimento das informações necessárias para a emissão da NFC-e.
Como habilitar
Acesse a área de Configurações Fiscais e habilite a opção correspondente à emissão de NFC-e para produtos do tipo gás.
Campos fiscais adicionais
Após habilitar a configuração, novos campos fiscais serão disponibilizados no cadastro dos produtos do tipo gás.
Esses campos devem ser preenchidos de acordo com as orientações e informações fornecidas pela contabilidade do estabelecimento.
Importante: os dados fiscais devem ser validados pela contabilidade do cliente antes da emissão dos documentos fiscais.
Disponibilidade
Versão mínima: terminal e servidor 2.8.0.
EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO RIO GRANDE DO SUL
Informações importantes para emissão fiscal no RS
Para clientes do Rio Grande do Sul, é necessário observar algumas particularidades relacionadas à emissão fiscal e às soluções utilizadas no estabelecimento.
Clientes que utilizam TEF
Para operações com TEF, é fundamental manter a emissão em contingência habilitada. Essa configuração garante que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal.
Essa orientação deve ser seguida até que uma solução definitiva para o tratamento das operações online e em contingência esteja disponível.
Clientes que utilizam POS Móvel
Para clientes que utilizam POS Móvel, é necessário:
- Habilitar a opção Número de Autorização da Operação com Cartão nas configurações do PDV no ERP.
- Manter a emissão da nota em contingência habilitada.
Essas configurações garantem que a informação de autorização da operação com cartão seja registrada corretamente na nota fiscal.
Importante: em caso de configuração ou comportamento específico relacionado ao POS Móvel no RS, acione o Time de Produtos.
Soluções homologadas para emissão no RS
Confira a disponibilidade das soluções para emissão fiscal no estado:
| Solução | Status |
|---|---|
| PDV Android | Homologado para emissão no RS |
| Atendimento de Mesas Android | Homologado para emissão no RS |
| SMART TEF | Homologado para emissão no RS |
| PDV Desktop | Homologado para emissão no RS |
| PDV PRO | Em breve |
Dúvidas sobre TEF no Rio Grande do Sul
Para entender melhor as regras relacionadas à emissão fiscal e às operações com TEF no estado, consulte a documentação oficial da Receita Estadual do Rio Grande do Sul:
Orientações da Receita Estadual do RS sobre Nota Integrada
Importante: as regras fiscais podem sofrer alterações. Em caso de dúvidas sobre a obrigatoriedade ou o preenchimento de informações fiscais, a orientação deve ser validada com a contabilidade do cliente e/ou com a Receita Estadual do RS.
EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO MATO GROSSO DO SUL
Informações importantes para emissão fiscal no MS
Para clientes do Mato Grosso do Sul, é necessário observar algumas particularidades relacionadas à emissão fiscal e às soluções utilizadas no estabelecimento.
Clientes que utilizam TEF
Para operações com TEF, é fundamental manter a emissão em contingência habilitada. Essa configuração garante que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal.
Essa orientação deve ser seguida até que uma solução definitiva para o tratamento das operações online e em contingência esteja disponível.
Clientes que utilizam POS Móvel
Para clientes que utilizam POS Móvel, é necessário:
- Habilitar a opção Número de Autorização da Operação com Cartão nas configurações do PDV no ERP.
- Manter a emissão da nota em contingência habilitada.
Essas configurações garantem que a informação de autorização da operação com cartão seja registrada corretamente na nota fiscal.
Importante: em caso de configuração ou comportamento específico relacionado ao POS Móvel no MS, acione o Time de Produtos.
Soluções homologadas para emissão no MS
Confira a disponibilidade das soluções para emissão fiscal no estado:
| Solução | Status |
|---|---|
| PDV Android | Homologado para emissão no MS |
| Atendimento de Mesas Android | Homologado para emissão no MS |
| Smart TEF | Homologado para emissão no MS |
| PDV Desktop | Homologado para emissão no MS |
| PDV PRO | Em breve |
Dúvidas sobre TEF no Mato Grosso do Sul
Em caso de dúvidas sobre as regras específicas para emissão fiscal e operações com TEF no estado, consulte a documentação oficial da SEFAZ-MS e valide as orientações com a contabilidade do cliente.
GUIA DE CONFIGURAÇÕES FISCAIS INICIAIS
Podcast: Escute para aprender
Mapa Mental: Visualize para memorizar
Vídeo: Assista para entender
1. Introdução: O Caminho para a Emissão Fiscal
Bem-vindo ao guia de configurações fiscais do ConnectPlug. O objetivo deste documento é orientar o time interno da ConnectPlug no processo de configuração inicial dos parâmetros fiscais para novos clientes, garantindo uma transição suave e em conformidade com as obrigações tributárias.
É fundamental reforçar que a ConnectPlug fornece a ferramenta tecnológica para a emissão de notas fiscais. No entanto, toda a responsabilidade pela definição de parâmetros, alíquotas, códigos (NCM, CFOP, etc.), regimes tributários e demais regras fiscais é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. A ConnectPlug, como fornecedora da tecnologia, não possui jurisdição para definir parâmetros fiscais. O contador é a autoridade máxima para definir como o sistema deve ser parametrizado.
Antes de começarmos, vamos garantir que você tenha todos os pré-requisitos em mãos.
2. Pré-requisitos Essenciais: O Checklist para Começar
Para habilitar a emissão de notas fiscais no sistema ConnectPlug, é indispensável que o cliente possua os três itens a seguir:
- Módulo Fiscal Contratado A emissão de documentos fiscais é uma funcionalidade adicional. O cliente precisa verificar se o módulo fiscal está ativo em seu plano contratado para ter acesso às ferramentas de parametrização e emissão.
- Certificado Digital A1 O certificado digital é a identidade eletrônica da empresa. Para a emissão de NF-e e NFC-e no ecossistema ConnectPlug, é obrigatório o uso do certificado modelo A1, no formato de arquivo .pfx.
-
-
- Observação: O modelo A3 (token ou cartão) não é utilizado para a emissão de notas via sistema, podendo ser útil apenas em cenários muito específicos, como o acesso ao portal da SEFAZ para vincular um equipamento SAT em São Paulo.
-
- CSC (Código de Segurança do Contribuinte) / ID Token Este é um código alfanumérico, também conhecido como "token", que funciona como uma senha para autorizar a emissão de NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica). Ele deve ser gerado pela contabilidade do cliente, e é crucial que seja o código do ambiente de produção. Utilizar um código de homologação (ambiente de testes) resultará em erros na transmissão das notas fiscais.
Com os pré-requisitos organizados, vamos entender quais documentos fiscais nossas soluções podem emitir.
3. Documentos Fiscais Emitidos pela ConnectPlug
O sistema ConnectPlug está preparado para emitir os principais tipos de documentos fiscais eletrônicos utilizados no varejo brasileiro.
Abaixo, detalhamos cada um deles:
|
Tipo de Documento Fiscal |
Descrição e Uso Principal |
|
NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) |
É o popular "cupom fiscal" eletrônico, utilizado para documentar vendas diretas ao consumidor final, substituindo o antigo cupom fiscal emitido por ECF (Emissor de Cupom Fiscal). |
|
NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) |
Usada para registrar operações de circulação de mercadorias, como vendas entre empresas (B2B), devoluções, transferências de estoque e remessas. |
|
SAT-CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico - SAT) |
Descontinuado em Janeiro/2026. |
|
MFE (Módulo Fiscal Eletrônico) |
Descontinuado em Janeiro/2026. |
Agora que conhecemos os documentos, vamos ao passo a passo para configurar o sistema.
4. Passo a Passo: Configurando o Sistema
Siga estas etapas de forma sequencial para garantir uma configuração fiscal correta e completa.
4.1. Preenchimento dos Dados da Empresa
O primeiro passo é garantir que todas as informações cadastrais e fiscais da empresa estejam corretamente preenchidas no ERP.
-
-
-
-
-
- Acesse a aba "Dados da Empresa" no menu principal.
- Verifique se todos os campos de identificação (CNPJ, Razão Social, Endereço) estão completos.
-
-
-
-
Na seção de informações fiscais, confirme se o Ambiente está definido como "Produção". O ambiente "Homologação" é usado apenas para testes e não tem validade fiscal.
Certifique-se de que o campo "Inscrição Estadual" está preenchido. Esta informação é obrigatória para a emissão de NFC-e.
4.2. Instalação do Certificado Digital A1
Com os dados da empresa preenchidos, o próximo passo é instalar o certificado digital.
-
-
-
-
-
- Na mesma tela de "Dados da Empresa", localize a seção "Certificado Digital".
- Clique para fazer o upload do arquivo .pfx (modelo A1) fornecido pela certificadora.
- Insira a senha do certificado e salve as alterações.
-
-
-
-
-
-
-
-
-
- Caso o cliente ainda não possua um certificado, ele pode utilizar a opção "Comprar Certificado" para ser direcionado e adquirir um conosco.
-
-
-
-
4.3. Inserção do CSC / ID Token
Para emitir a NFC-e (Cupom Fiscal), é necessário inserir o Código de Segurança do Contribuinte.
4.4. Configuração da Série e Numeração das Notas
Esta etapa é crucial, especialmente para clientes que estão migrando de outro sistema emissor. É preciso garantir a continuidade da sequência numérica das notas.
-
-
-
-
-
- Acesse Configurações > Configurações Fiscais > Série de Nota Fiscal.
- Crie uma nova série para o tipo de nota desejado (NF-e ou NFC-e).
- Informe o número da última nota fiscal emitida no sistema anterior. O ConnectPlug iniciará a emissão a partir do número seguinte.
-
-
-
-
Ponto de Atenção: Uma configuração incorreta da numeração causa a rejeição 539: Duplicidade de NF-e com diferença na Chave de Acesso, um dos erros mais comuns em migrações de sistema. A correção deste erro pode causar tempo de inatividade operacional para o cliente, portanto, a dupla verificação do último número emitido é fundamental.
4.5. Parametrização Fiscal dos Produtos
Cada produto vendido precisa ter suas informações tributárias corretamente associadas. O ConnectPlug oferece formas eficientes de realizar essa tarefa.
1. Criação de Grupos Fiscais
Para otimizar o processo, você pode criar modelos de tributação e aplicá-los aos produtos.
-
-
-
-
-
-
-
- Acesse Configurações > Configurações Fiscais e selecione "Grupo de ICMS" ou "Grupo de PIS/COFINS".
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
- Crie os grupos com as alíquotas e códigos informados pela contabilidade.
-
-
-
-
-
-
Dica: Se a maioria dos produtos compartilha a mesma tributação, marque o grupo correspondente como "Padrão". Assim, todos os novos produtos cadastrados já receberão essa configuração automaticamente.
Repita o passo acima para os Grupos:
-
-
- Grupo do ICMS
- Grupo do IPI
- Grupo do PIS/COFINS
-
2. Aplicação nos Produtos
Com os grupos criados, aplique as informações aos produtos existentes.
-
-
-
-
-
-
-
- A forma mais eficiente de configurar múltiplos produtos é através da "Atualização em Lote", encontrada no menu Estoque > Produtos.
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Selecione os produtos que compartilham a mesma tributação e adicione-os ao lote. - Na tela de atualização, vá para a seção "Informações Tributárias" e aplique os dados necessários (NCM, CFOP, Origem, Grupo de ICMS, etc.) a todos os produtos selecionados de uma só vez.
-
-
-
-
-
-
-
Dica de Especialista: Antes de iniciar a atualização em lote, solicite à contabilidade do cliente que organize os produtos em categorias com base na sua classificação fiscal (por exemplo, "Produtos com Substituição Tributária", "Produtos Isentos", etc.). Esta etapa proativa torna o processo de seleção e aplicação em lote significativamente mais rápido e preciso, demonstrando uma abordagem consultiva e prevenindo erros de parametrização.
Com a configuração geral concluída, é crucial conhecer as particularidades fiscais de alguns estados.
5. Atenção às Particularidades por Estado
A legislação tributária no Brasil possui variações significativas entre os estados. Alguns exigem configurações ou processos específicos no sistema.
|
Estado |
Principal Particularidade |
|
Santa Catarina (SC) |
Exige um processo de liberação do CSC via ticket com a ConnectPlug e a configuração obrigatória de 3 séries de nota. |
|
Paraná (PR) |
Requer um credenciamento na SEFAZ, vinculando a ConnectPlug como software house, para que a contabilidade possa gerar o CSC. |
|
Rio Grande do Sul (RS) |
A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel. |
|
Mato Grosso do Sul (MS) |
A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel. |
5.1. Detalhes para Santa Catarina (SC)
O estado de Santa Catarina possui um fluxo de ativação único:
-
-
-
- Liberação do CSC/ID Token: A contabilidade só consegue gerar o código após a ConnectPlug solicitar a liberação de uso do "PAF NFC-e" junto à SEFAZ-SC. Essa solicitação é feita internamente via ticket.
- Requisitos Específicos:
- Três Séries de Nota: É obrigatória a configuração de três séries distintas: DAV (Documento Auxiliar de Venda), NFC-e online, e NFC-e offline (para contingência).
- Emissão Automática: Toda venda finalizada no PDV gera, obrigatoriamente e de forma automática, uma NFC-e.
- Sistema sem Vendas Prévias: A ativação fiscal só pode ser realizada em uma conta que não possua histórico de vendas (nem mesmo canceladas).
-
-
5.2. Detalhes para Rio Grande do Sul (RS) e Mato Grosso do Sul (MS)
Para clientes destes estados que utilizam soluções de pagamento integrado, há uma exigência crucial:
-
-
-
-
- Habilitação de Contingência Obrigatória: Para clientes que operam com TEF ou POS Móvel, é essencial habilitar a emissão de nota em contingência. Esta configuração é mandatória para garantir que as tags obrigatórias de informação de pagamento sejam geradas corretamente no arquivo XML da nota fiscal, evitando problemas de conformidade com a legislação estadual.
-
-
-
5.3. Detalhes para Paraná (PR)
O processo para obter o CSC no Paraná envolve uma etapa prévia de credenciamento:
-
-
-
-
- Vinculação da Software House: Antes que a contabilidade possa gerar o CSC, é necessário realizar um credenciamento no portal da SEFAZ-PR. Durante este processo, o cliente deve vincular formalmente a ConnectPlug como sua software house designada. Apenas após essa vinculação ser confirmada pela SEFAZ é que o contador terá permissão para emitir o CSC de produção.
-
-
-
Após realizar todas as configurações e começar a emitir, veja como gerenciar suas notas fiscais.
6. Gerenciando suas Notas Fiscais no ERP
Com o sistema configurado e as vendas ocorrendo, você pode gerenciar todos os documentos fiscais emitidos de forma centralizada.
- Acesse Vendas > NF-e / NFC-e para visualizar uma lista completa das notas, com seus respectivos status (transmitida, cancelada, com erro, etc.).
A partir desta tela, você pode executar ações rápidas como baixar o arquivo XML (o arquivo fiscal oficial e legalmente válido), baixar a DANFE (a representação gráfica simplificada da nota para transporte e conferência) e enviar a nota por e-mail para o cliente. Uma nova funcionalidade também permite o envio por e-mail diretamente da tela final de venda no PDV.
- Utilize a ferramenta Facilita NF-e para consultar as notas fiscais que foram emitidas por fornecedores contra o CNPJ da sua empresa, facilitando a conferência de entradas. Clique aqui para ver o artigo relacionado ao Facilita NFE!
Este guia cobriu os passos essenciais para iniciar sua jornada fiscal com a ConnectPlug.
7. Conclusão e Próximos Passos
Neste guia, abordamos os pontos-chave para a configuração fiscal inicial: a importância de ter os pré-requisitos em mãos, o passo a passo detalhado para parametrizar o sistema e a atenção necessária às regras específicas de cada estado.
Reforçamos: a contabilidade do cliente é a autoridade máxima para todas as definições fiscais. Para dúvidas operacionais sobre como realizar essas configurações no sistema ConnectPlug, nosso time de suporte está sempre à disposição para ajudar.
CONTINGÊNCIA NA EMISSÃO DE NFCE
🎙️ Podcast: Escute para aprender
📽️ Vídeo: Assista para entender
💡 Introdução: O que é a Contingência?
A contingência é um mecanismo de segurança que permite ao lojista continuar realizando vendas e emitindo documentos fiscais (NFC-e) mesmo quando há uma interrupção na comunicação com os servidores da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) ou falhas na conexão de internet. Nesse modo, a nota é gerada offline e transmitida automaticamente para o fisco assim que o serviço for restabelecido.
📌 Contexto / Por que Fazer: Impacto na Operação
-
Continuidade de Vendas: Evita que o estabelecimento perca vendas ou gere filas por impossibilidade de emitir o cupom fiscal.
-
Responsabilidade Fiscal: Com a Reforma Tributária, os documentos fiscais passam a ser tratados como "confissão de dívida". Isso significa que notas emitidas em contingência têm o mesmo valor jurídico e tributário para a apuração da empresa.
-
Conformidade Legal: Alguns estados exigem a ativação da contingência para o funcionamento correto de tecnologias como TEF ou POS Móvel.
⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais
-
Módulo Fiscal Ativo: O cliente deve possuir o módulo fiscal contratado e configurado.
-
Certificado Digital A1: Obrigatório para a assinatura das notas em modo offline.
-
Série de Nota Fiscal: É necessário ter séries fiscais devidamente cadastradas.
💻 Passo a Passo: Configuração no ERP 2.0
A ativação da contingência no sistema ConnectPlug ERP 2.0 é dividida em duas frentes: a habilitação nos pontos de venda e o vínculo técnico da série.
Passo 1: Habilitar nos Aplicativos (PDV)
Nota: Esse processo deve ser repetido para cada ponto de venda individualmente
Passo 2: Vincular o Servidor à Série de Nota
-
Acesse Configurações > Configurações Fiscais > Série de Nota Fiscal.
-
Selecione a série utilizada para emissão de NFC-e.
No campo de configuração, vincule o Servidor correspondente a esta série.
⚠️ Ponto de Atenção Crucial: A contingência deve ser ativada no aplicativo servidor. No ERP 2.0, não há necessidade de ativação manual deste modo, pois a lógica de fallback ocorre na ponta da operação (PDV).
🌍 Particularidades Regionais
A legislação tributária varia por estado e exige atenção dobrada durante a implantação:
| Estado | Regra Específica |
| Santa Catarina (SC) |
Exige a configuração obrigatória de 3 séries distintas: DAV (Documento Auxiliar de Venda), NFC-e Online e NFC-e Offline. |
| Rio Grande do Sul (RS) / Mato Grosso do Sul (MS) |
A habilitação da contingência é mandatória para clientes que operam com TEF ou POS Móvel, garantindo a geração correta das tags de pagamento no XML. |
❓ Dúvidas Frequentes e Boas Práticas
-
O sistema pode usar a mesma numeração para Online e Offline? Sim. Recomenda-se usar a mesma base de dados e sequência para evitar lacunas na numeração ("gaps"), o que simplifica o controle contábil.
-
O que acontece se a nota falhar e a numeração pular? Se a SEFAZ não recebeu a informação (zero retorno), a numeração pode ser reaproveitada para a próxima nota, evitando a necessidade de inutilização.
-
Existe um limite de notas em contingência? Embora tecnicamente possível emitir grandes volumes, é uma boa prática monitorar e não acumular milhares de notas pendentes por longos períodos. O acúmulo excessivo pode sobrecarregar a infraestrutura e gerar custos de processamento desnecessários.
-
Qual o prazo para transmitir as notas offline? As notas emitidas em contingência devem ser transmitidas assim que a conexão retornar. O atraso excessivo pode resultar em multas para o lojista.
Certifique-se de que o cliente final esteja ciente de sua responsabilidade no preenchimento dos dados. Em caso de erros constantes de duplicidade, oriente a consulta do protocolo via código antes de tentar uma nova emissão manual.
Reforma Tributária
Reforma Tributária
CONTEXTO REFORMA TRIBUTÁRIA
Podcast: Escute para aprender
Vídeo: Assista para entender
Introdução: Preparando o Sistema para o IBS e a CBS
O Brasil está passando pela maior reformulação fiscal das últimas décadas, substituindo cinco tributos federais, estaduais e municipais sobre o consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Essa unificação resultará no que é chamado de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) Dual brasileiro, visando simplificar o complexo sistema tributário nacional. Para a ConnectPlug, essa mudança exige a adequação do sistema para incluir novos campos e lógicas de cálculo no XML dos documentos fiscais.
Contexto/Por que Fazer: Impacto e Simplificação para o Cliente
A implementação dos novos parâmetros fiscais no sistema ConnectPlug é crucial para garantir a conformidade legal dos clientes durante o longo período de transição da reforma, que se estenderá até 2033.
Principais Impactos e Oportunidades:
|
Público-Alvo |
Por que Fazer/Impacto |
|
Comercial |
Simplificação Fiscal por Produto: A reforma elimina o complexo "cenário tributário" e a necessidade de configurar impostos (como ICMS/PIS/COFINS) de forma diferente por estado/filial. A nova tributação será baseada no destino (consumidor) e será configurada por produto, o que simplifica drasticamente o processo de parametrização. O sistema ConnectPlug gerenciará a complexidade da legislação, exigindo que o cliente informe apenas dois códigos por item. |
|
Implantação |
Aumento da Responsabilidade: Os documentos fiscais tornam-se "documentos de confissão de dívida", significando que as informações tributárias lançadas neles serão diretamente consideradas na apuração dos tributos. É vital que os novos códigos (CST e cClassTrib) sejam inseridos e validados corretamente. |
|
Suporte |
Controle de Validade de Alíquotas: Além do NCM, as alíquotas e os códigos fiscais (CST e cClassTrib) terão validade (com data inicial e final de vigência). O sistema precisa controlar ativamente essas validades para evitar erros de emissão e rejeições. |
⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais
Antes de iniciar a configuração dos novos impostos IBS e CBS, certifique-se de que o cliente tenha as seguintes informações:
- Orientação Contábil Profissional: A definição das alíquotas e dos novos códigos é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente.
- Novos Códigos Fiscais por Produto: Os códigos de classificação tributária são agora definidos por item. O contador deve fornecer:
◦ CST do IBS/CBS (3 dígitos): O Código de Situação Tributária aplicável ao IBS e à CBS.
◦ cClassTrib (6 dígitos): O Código de Classificação Tributária do IBS/CBS, que correlaciona o CST com a legislação (Lei Complementar 214/2025).
- Controle de Vigência: As datas de Início e Fim de Vigência dessas classificações e alíquotas.
- Regime Tributário: Inicialmente, a obrigatoriedade de preenchimento dos campos no XML a partir de Janeiro de 2026 é para empresas do Regime Normal (Lucro Real e Lucro Presumido).
Passo a Passo: Configuração do IBS/CBS por Item
A configuração dos novos impostos será realizada principalmente no cadastro dos produtos, substituindo as configurações complexas por estado.
Passo 1: Acessar a Configuração Fiscal de Produtos
Passo 2: Inserir e Vincular os Códigos de Classificação
- Selecione o item de produto a ser configurado.
- Localize a seção de Informações Tributárias do produto ou grupo.
- No campo CST (IBS/CBS), insira o código de três dígitos fornecido pelo contador.
- No campo Classificação Tributária (cClassTrib), insira o código de seis dígitos.
- Data de Vigência: Preencha os campos de Vigência Inicial e Vigência Final para os códigos e alíquotas.
Nota: O sistema ConnectPlug aplicará automaticamente as alíquotas fixas por lei (ex: 0.1% IBS Estadual e 0.9% CBS em 2026) e fará os cálculos de redução com base no código cClassTrib inserido. O cliente não precisa inserir as porcentagens.
Cenário atual - Testes e Emissões em Ambiente Fiscal Homologação
O processo de adequação do sistema ConnectPlug à Nova Reforma Tributária, que introduz o IBS e a CBS, é gradual e está em desenvolvimento.
Atualmente, enquanto a implementação completa e a automatização (como a estruturação dos códigos em tabelas e a emissão automática) não são finalizadas pelo time de Desenvolvimento da ConnectPlug , os testes e emissões fiscais com os novos campos tributários estão limitados a um ambiente específico:
- Ambiente Exclusivo para Testes: As novas tags (campos) de IBS/CBS só estão visíveis e disponíveis para preenchimento quando o sistema está configurado para o Ambiente de Homologação.
-
- Este cenário permite ao time e aos clientes se adaptarem e realizarem testes sem afetar o ambiente de produção.
-
- Emissão Manual: Neste momento inicial, a inserção dos novos códigos fiscais (CST do IBS/CBS e cClassTrib) é realizada apenas na emissão manual de uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
-
- O cliente do Regime Normal (Lucro Real ou Lucro Presumido) que estiver no ambiente de homologação precisará digitar manualmente os códigos CST (3 dígitos) e a Classificação Tributária (6 dígitos) no campo de tributação do item na nota.
-
Observação Importante: Mesmo estando em homologação, o preenchimento dessas tags se tornará obrigatório a partir de Janeiro de 2026 para clientes do Regime Normal (Lucro Real/Presumido), sob pena de rejeição da nota pelo Fisco. A ConnectPlug está trabalhando para que os campos entrem em produção antes de janeiro/26.
❓ Dúvidas Frequentes: Suporte e Regras de Negócio
|
Dúvida / Exceção |
Resposta e Lógica ConnectPlug |
|
Quando a regra se torna obrigatória no sistema? |
As tags (campos) de IBS/CBS se tornam obrigatórias no XML, sob pena de rejeição da nota, a partir de Janeiro de 2026 para empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido). O novo layout já está em produção opcional desde Outubro. |
|
Os impostos antigos (ICMS, PIS/COFINS) devem ser removidos? |
Não. Durante o período de transição (que vai até 2033), os campos dos impostos antigos (ICMS, PIS, COFINS, etc.) continuam sendo obrigatórios e devem ser preenchidos no documento fiscal, coexistindo com os novos campos de IBS e CBS. |
|
E os clientes do Simples Nacional? |
As orientações para o Simples Nacional (CRT=1, 2, 4) serão publicadas em Nota Técnica futura, pois a tributação para esses contribuintes só ocorre a partir de 2027. No entanto, o novo layout com IBS/CBS entra como opcional para o Simples Nacional em Janeiro de 2026. |
|
Onde o cliente encontra o CST e o cClassTrib? |
A Receita Federal disponibiliza essas informações em tabelas de consulta pública. As tabelas oficiais de CST e Classificação Tributária (cClassTrib) estão disponíveis no Portal Nacional da NF-e, na aba "Documentos", opção "Diversos". |
|
O que acontece se o código fiscal estiver vencido? |
Assim como no controle de NCMs, o sistema ConnectPlug deve validar as datas de vigência (inicial e final) dos códigos CST e cClassTrib. Se o código estiver fora da validade, o sistema deve impedir a emissão para evitar a rejeição por parte do Fisco. |
|
O sistema ConnectPlug calcula as alíquotas de redução? |
Sim. O cliente informa apenas o cClassTrib (código de 6 dígitos). O sistema utiliza esse código para aplicar a lógica interna (como reduções de alíquotas, diferimento ou crédito presumido) e calcular os valores de IBS/CBS, que são fixos por lei inicialmente (ex: 0,1% IBS UF, 0,9% CBS em 2026). |
Próximos Passos (Interno ConnectPlug)
O time de Desenvolvimento está trabalhando para estruturar as tabelas de códigos (CST e cClassTrib) dentro do sistema, para que o cliente possa selecioná-los em vez de apenas digitá-los (como é feito inicialmente na emissão manual/testes).
A reforma tributária, ao simplificar a apuração do imposto na ponta (consumo), transforma a complexidade fiscal em uma confissão de dívida eletrônica. Para a ConnectPlug, isso significa que a precisão no cadastro dos códigos por produto é a chave para a tranquilidade e conformidade fiscal do cliente.
Observação importante: As informações e cenários de testes deste artigo são baseadas nas informações de 05 de Novembro de 2025.
GUIA DE CONFIGURAÇÃO: IBS E CBS NA REFORMA TRIBUTÁRIA
💡 Introdução: Preparando o Sistema para o IBS e a CBS
Para a ConnectPlug, essa mudança exige a adequação do sistema para incluir novos campos e lógicas de cálculo no XML dos documentos fiscais.
📌 Contexto/Por que Fazer: Impacto e Simplificação para o Cliente
|
Público-Alvo
|
Por que Fazer/Impacto
|
|---|---|
|
Comercial
|
Simplificação Fiscal: A nova tributação será baseada no destino (consumidor). O sistema ConnectPlug gerenciará a complexidade da legislação, exigindo que o cliente informe apenas dois códigos (CST e cClassTrib) para parametrizar o sistema. A parametrização de IBS e CBS seguirá a estrutura de Filial/Companhia, semelhante à lógica do CFOP, permitindo tratar exceções de produtos específicos (como cesta básica e combustíveis) de forma correta.
|
|
Implantação
|
Automação de Alíquotas e Lote: A equipe de implantação deve orientar que o cliente não precisa configurar as alíquotas de IBS/CBS manualmente; o sistema fará essa atualização em background via planilha (similar ao NCM). Além disso, a funcionalidade de Atualização em Lote está operando tanto no sistema legado quanto no PDV atual, agilizando o cadastro.
|
|
Suporte
|
Aumento da Responsabilidade e Validade: Os documentos fiscais tornam-se "documentos de confissão de dívida". Além disso, as alíquotas e códigos fiscais terão prazos de validade controlados pelo sistema para evitar rejeições do Fisco.
|
⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais
- Obrigatoriedade: Desde o dia 1º de abril, a emissão com as tags da nova reforma tributária é obrigatória para empresas do Regime Normal (Lucro Real e Lucro Presumido).
- Novos Códigos Fiscais por Produto: O contador deve fornecer:
- CST do IBS/CBS (3 dígitos): O Código de Situação Tributária aplicável ao IBS e à CBS.
- cClassTrib (6 dígitos): O Código de Classificação Tributária do IBS/CBS.
Orientação Contábil Profissional: A definição dos novos códigos é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente.
💻 Passo a Passo: Configuração do IBS/CBS
- O tratamento do IBS e CBS agora é realizado por Companhia/Filial, acompanhando a mesma lógica do CFOP.
- Acesse o cadastro do respectivo Produto > Informações Tributárias > Tributação IBS/CBS.
- Insira o CST (IBS/CBS) de 3 dígitos e a Classificação Tributária (cClassTrib) de 6 dígitos informados pela contabilidade.
- Para clientes que necessitam de regras específicas em notas de transferência ou operações diferenciadas, foi incluída a funcionalidade de De-Para para IBS e CBS (CST e cClassTrib) dentro das configurações de Natureza de Operação.
Nota de Atenção: Esta funcionalidade de Natureza de Operação está disponível exclusivamente para a emissão manual de NF-e via ERP, não sendo aplicável às vendas emitidas pelo PDV.
❓ Dúvidas Frequentes: Suporte e Regras de Negócio
|
Ícone
|
Dúvida / Exceção
|
Resposta e Lógica ConnectPlug
|
|---|---|---|
|
📅
|
Quando a regra se torna obrigatória no sistema?
|
As tags (campos) de IBS/CBS já são obrigatórias desde 1º de abril para empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido).
|
|
⚙️
|
Onde o cliente configura as alíquotas do IBS e CBS (porcentagem)?
|
O cliente não configura. O IBS e a CBS não estarão nas configurações fiscais manuais do usuário. As alíquotas serão atualizadas internamente pelo sistema ConnectPlug em background através de planilhas (semelhante ao que ocorre com o NCM), já que elas sofrerão mudanças ao longo do ano.
|
|
🛒
|
O "De-Para" de IBS/CBS na Natureza de Operação funciona no PDV?
|
Não. Essa configuração se aplica apenas para a emissão de NF-e manual pelo ERP.
|
|
⚖️
|
Os impostos antigos (ICMS, PIS/COFINS) devem ser removidos?
|
Não. Durante o período de transição (até 2033), os campos dos impostos antigos continuam obrigatórios e devem coexistir com os novos campos de IBS e CBS.
|
|
🔢
|
Onde o cliente encontra o CST e o cClassTrib?
|
Nas tabelas oficiais da Receita Federal disponíveis no Portal Nacional da NF-e, na aba "Documentos" > "Diversos".
|
ATUALIZAÇÃO EM LOTE DE PRODUTOS (IBS E CBS)
💡 Introdução e Contexto: Por que Fazer?
Para evitar que o cliente perca horas editando produtos individualmente, a ConnectPlug disponibiliza a ferramenta de Atualização em Lote, garantindo uma transição rápida e em massa para as novas regras.
- Implantação: Agilidade extrema no onboarding e adequação de base. A funcionalidade de atualização em lote para os campos de IBS e CBS já está operando e 100% funcional tanto no sistema legado quanto no PDV Atual (2.0).
- Suporte: Redução de chamados sobre "como atualizar impostos de toda a loja".
💻 Passo a Passo: Aplicando o IBS e CBS em Lote
- Antes de iniciar, solicite à contabilidade do cliente que organize os produtos em categorias com base na sua nova classificação fiscal (IBS/CBS). Essa separação prévia previne erros na seleção em massa.
- Utilize os filtros para selecionar todos os produtos que compartilharão a mesma regra tributária.
- Na seção de Informações Tributárias, localize os novos campos da reforma.
- Aplique simultaneamente o CST do IBS/CBS (3 dígitos) e a Classificação Tributária / cClassTrib (6 dígitos) para todos os itens selecionados.
- Salve as alterações.
Nota de Atenção para o Time: Embora a ferramenta esteja funcional em ambas as versões do sistema, a lógica de organização e interface no PDV Atual (2.0) possui diferenças visuais em relação ao sistema legado. Guie o cliente de acordo com a versão que ele utiliza.
CONFIGURAÇÃO "DE-PARA'' DE IBS E CBS NA NATUREZA DE OPERAÇÃO
💡 Introdução e Contexto: Por que Fazer?
Isso permite sobrescrever a regra padrão do produto em emissões atípicas, garantindo flexibilidade total para o cliente.
- Suporte e Implantação: É vital entender a limitação dessa feature. O "De-Para" de IBS/CBS na Natureza de Operação só funciona na emissão manual de NF-e pelo ERP. Ele não se aplica às vendas regulares emitidas pelo PDV.
💻 Passo a Passo: Configurando o "De-Para"
- Dentro das configurações da Natureza de Operação, localize a seção do De-Para para IBS e CBS.
- Insira o CST e a Classificação Tributária que devem substituir a regra original do produto quando esta Natureza de Operação for utilizada.
- Acesse Vendas > NF-e / NFC-e e inicie a emissão de uma NF-e Manual (opção disponível clicando em "Emitir NF-e" no ERP).
Ao selecionar a Natureza de Operação configurada no Passo 2, o sistema aplicará automaticamente a regra do "De-Para".
❓ Dúvidas Frequentes (FAQ Interno)
|
Dúvida / Exceção
|
Resposta e Lógica ConnectPlug
|
|---|---|
|
O De-Para de IBS e CBS funciona no PDV?
|
Não. Essa funcionalidade atende operações específicas (como notas de transferência) e está disponível exclusivamente para a emissão manual de NF-e através do ERP. Não há aplicação dessa regra nas vendas de balcão (PDV/NFC-e).
|
|
Por que as alíquotas de IBS/CBS não aparecem na Natureza de Operação?
|
O sistema ConnectPlug gerencia as porcentagens (alíquotas) em background através de planilhas integradas, pois elas mudarão com frequência durante os anos de transição. O cliente insere apenas os códigos (CST e cClassTrib), e o sistema faz o cálculo da alíquota correta.
|