CONFIGURAÇÃO FISCAL CONFIGURAÇÃO FISCAL - INFORMAÇÕES GERAIS Emissão de NF-e e NFC-e A ConnectPlug permite a emissão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) e NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) diretamente pelo sistema. Informações importantes NF-e e NFC-e: ambas podem ser emitidas pela ConnectPlug. NFS-e: a ConnectPlug não realiza a transmissão de notas fiscais de serviço. SINTEGRA: a ConnectPlug não gera o arquivo SINTEGRA. O cliente deverá utilizar os arquivos XML das notas fiscais emitidas pelo sistema, que podem ser obtidos pela ConnectPlug, para realizar a geração do SINTEGRA junto à contabilidade. Esse é o procedimento disponível para atender essa necessidade. Certificado digital: para emissão de NF-e e NFC-e, é obrigatório utilizar certificado digital A1, no formato .pfx. CSC / ID Token: é obrigatório para a emissão de NFC-e. Para NF-e, não é utilizado. Cancelamento de NFC-e: o prazo padrão é de 30 minutos, podendo haver particularidades conforme a legislação da UF. Cancelamento de NF-e: o prazo varia de acordo com a legislação de cada estado. Sempre confirme o prazo aplicável à UF do estabelecimento. Ambiente de homologação: utilizado exclusivamente para testes e validações, sem validade fiscal. Ambiente de produção: ambiente oficial utilizado para transmissão dos documentos fiscais à SEFAZ, com validade jurídica. Informações do consumidor: sempre confirme com a contabilidade do cliente quais informações devem ser preenchidas na emissão da nota, incluindo a necessidade de informar telefone ou outros dados relacionados aos órgãos de defesa do consumidor. Importante: regras fiscais, prazos, credenciamentos e procedimentos podem variar de acordo com a Secretaria da Fazenda de cada estado. Em caso de dúvida, a orientação deve ser confirmada com a contabilidade do cliente e/ou com a SEFAZ responsável. Credenciamento para emissão de NF-e Antes de iniciar a emissão em produção, o estabelecimento deve verificar se está credenciado junto à SEFAZ de sua UF para emissão de documentos fiscais eletrônicos. Os procedimentos abaixo apresentam as orientações disponíveis para alguns estados. Rio Grande do Sul Para emissão de NF-e, o contribuinte deve realizar o credenciamento junto à SEFAZ-RS. Credenciamento: https://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFE-CRE.aspx Mais informações: https://receita.fazenda.rs.gov.br/conteudo/5043/solicitacao-de-credenciamento Santa Catarina O credenciamento para NF-e é realizado de forma eletrônica pelo Portal do SAT e envolve etapas relacionadas aos ambientes de teste e produção. O ambiente de homologação pode ser utilizado para testes e validações. Para a utilização definitiva, o estabelecimento deve solicitar o credenciamento para o ambiente de produção, conforme as regras da SEF-SC. O credenciamento para produção deve ser solicitado pelo contabilista responsável, conforme orientação da SEF-SC. Paraná Os estabelecimentos com inscrição ativa no Cadastro de Contribuintes do ICMS (CAD/ICMS) e enquadrados em regime que permita a emissão de documentos fiscais possuem acesso ao ambiente de homologação, conforme as regras da Receita Estadual. Para iniciar o processo de credenciamento, deve ser realizado o requerimento de uso de sistema de processamento de dados por meio do UPD, disponível no portal da Receita/PR. São Paulo O estabelecimento deve verificar as exigências da SEFAZ-SP e realizar o credenciamento necessário para emissão de NF-e em ambiente de produção. Atenção: o procedimento pode variar conforme o tipo de documento fiscal e a situação cadastral do estabelecimento. Oriente o cliente a confirmar o procedimento atualizado com a contabilidade. Rio de Janeiro O credenciamento para emissão de NF-e é realizado de forma eletrônica, mediante atendimento aos requisitos da SEFAZ-RJ. Entre os requisitos está a regularidade cadastral do estabelecimento e a utilização de certificado digital, conforme as regras vigentes. O contribuinte deve verificar sua situação junto ao CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ICMS (CAD-ICMS) e seguir as orientações da SEFAZ-RJ. Minas Gerais O contribuinte deve realizar o credenciamento como emissor de documentos fiscais eletrônicos junto à SEF-MG, por meio do SIARE. Após o credenciamento, o estabelecimento poderá utilizar um sistema emissor específico, observando as orientações e regras estabelecidas pela legislação estadual. O processo contempla a liberação dos ambientes de homologação e produção. Os prazos e procedimentos devem ser confirmados diretamente com a SEF-MG. Espírito Santo A SEFAZ-ES recomenda a utilização do ambiente de homologação antes do início da emissão em produção, permitindo que o contribuinte realize testes de transmissão, consulta, cancelamento e inutilização de NF-e. Após a conclusão dos testes e atendimento aos requisitos estabelecidos, o contribuinte poderá solicitar a entrada no ambiente de produção. O procedimento deve ser realizado conforme as orientações vigentes da SEFAZ-ES. Pernambuco Para emissão de NF-e, a empresa deve solicitar o credenciamento junto à SEFAZ-PE, seguindo as etapas definidas pelo órgão. O processo contempla a utilização do ambiente de homologação antes da liberação para produção. Após o cumprimento dos testes exigidos, o contribuinte deverá solicitar o credenciamento para emissão em produção. Mato Grosso do Sul Para emissão de NF-e, o estabelecimento deve possuir inscrição estadual regular e realizar o credenciamento junto à SEFAZ-MS. O processo envolve a realização de testes no ambiente de homologação, incluindo operações como: Transmissão de NF-e; Cancelamento de NF-e; Inutilização de numeração de NF-e. Após a conclusão dos testes e atendimento aos requisitos estabelecidos, o contribuinte poderá solicitar o credenciamento para o ambiente de produção. Fluxo recomendado para implantação Para evitar problemas no início da operação, recomendamos seguir esta sequência: 1. Confirmar a regularidade fiscal do estabelecimento Verificar inscrição estadual e demais requisitos junto à SEFAZ. 2. Confirmar o credenciamento A contabilidade deve verificar se o estabelecimento está habilitado para emissão do documento fiscal desejado. 3. Obter o certificado digital A1 O certificado deve estar válido e disponível no formato .pfx. 4. Obter o CSC e ID Token Necessário para emissão de NFC-e, conforme as regras da UF. 5. Realizar os testes em homologação Quando exigido ou recomendado pela SEFAZ, realizar as emissões de teste antes de iniciar a operação oficial. 6. Liberar o ambiente de produção Após o cumprimento das exigências estaduais, realizar a configuração para emissão oficial. 7. Configurar a ConnectPlug Cadastrar o certificado, parâmetros fiscais e demais informações necessárias para emissão. Atenção: o credenciamento fiscal é uma responsabilidade do estabelecimento e/ou de sua contabilidade. A ConnectPlug fornece a estrutura para emissão dos documentos fiscais, mas não realiza o credenciamento da empresa junto à SEFAZ. CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFCE Requisitos para configuração fiscal Requisitos obrigatórios Possuir o módulo de Notas Fiscais contratado e habilitado. Possuir certificado digital A1, no formato .pfx, válido. Possuir Inscrição Estadual (IE) ativa. Possuir os dados fiscais necessários para a configuração do estabelecimento e dos produtos. Para emissão de NFC-e, possuir o CSC (Código de Segurança do Contribuinte) / ID Token, conforme exigência da SEFAZ do estado. Sempre confirmar com a contabilidade se é necessária a inclusão do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de documentos fiscais ao consumidor. Dados necessários para a configuração Para realizar a configuração fiscal, solicite ao cliente ou à contabilidade: Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros. Dados fiscais dos produtos: NCM Origem da mercadoria CFOP ICMS PIS COFINS CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST) Série e numeração inicial do documento fiscal. CSC / ID Token, quando necessário para emissão de NFC-e. Demais informações fiscais específicas solicitadas pela SEFAZ da UF do estabelecimento. Importante: os dados fiscais devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente. A ConnectPlug não define a tributação dos produtos ou os parâmetros fiscais que devem ser utilizados na emissão. Checklists fiscais Utilize o checklist correspondente ao estado do estabelecimento para garantir que todas as informações necessárias sejam coletadas antes da configuração: Checklist Fiscal Padrão Checklist Fiscal PR Checklist Fiscal PA   CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFE Requisitos para configuração fiscal Requisitos obrigatórios Possuir o módulo de Notas Fiscais contratado e habilitado. Possuir certificado digital A1, no formato .pfx, dentro da validade. Possuir Inscrição Estadual (IE) ativa. Sempre verificar com a contabilidade a necessidade de informar o telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de documentos fiscais ao consumidor. Dados necessários para configuração As seguintes informações devem ser obtidas com o cliente ou sua contabilidade: Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros. Dados fiscais dos produtos: NCM Origem da mercadoria CFOP ICMS PIS COFINS CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST). Série e numeração inicial dos documentos fiscais. Importante: os dados fiscais devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente. A ConnectPlug não define os parâmetros tributários dos produtos. Checklists fiscais Utilize o checklist correspondente à operação para garantir que todas as informações necessárias sejam coletadas antes da configuração: Checklist Fiscal Padrão Checklist Fiscal PR Checklist Fiscal PA   CONFIGURAÇÃO FISCAL - SANTA CATARINA 1. Liberação do CSC e ID Token Para realizar a emissão de NFC-e em Santa Catarina, é necessário que a ConnectPlug efetue previamente a liberação de autorização de uso do PAF-NFC-e. Como solicitar a liberação Os Times de Suporte e Implementação devem solicitar a liberação por meio de ticket no Octa, utilizando a macro correspondente. No ticket, é obrigatório informar: Solicitação formal para liberação de uso do PAF-NFC-e. Lista dos CNPJs que precisam da liberação. Demais informações necessárias para identificação da solicitação. SLA: as solicitações possuem prazo de atendimento de 08 horas úteis. Após a conclusão da liberação pela ConnectPlug, a contabilidade do cliente poderá realizar a geração do CSC e do ID Token junto à SEFAZ, permitindo a emissão de NFC-e. 2. Informações importantes sobre a emissão de NFC-e em SC A operação fiscal em Santa Catarina possui algumas particularidades que devem ser observadas durante a implantação: É necessário configurar três séries fiscais para a operação. A emissão da NFC-e no PDV é obrigatória e automática ao finalizar a venda. Para ativar a emissão de NFC-e em SC, o sistema não pode possuir vendas geradas ou canceladas. O cadastro de produtos possui informações fiscais específicas para Santa Catarina. Na versão do PDV habilitada para emissão de NFC-e em SC, a funcionalidade Comandas é apresentada como Contas de Cliente. Durante a criação e configuração da conta em Santa Catarina, o ERP apresentará uma opção para definir se o estabelecimento deseja operar exclusivamente com fins fiscais. Essa configuração será armazenada na base da ConnectPlug e utilizada para garantir que o ambiente possua as informações necessárias para a emissão dos documentos fiscais. 3. Compatibilidade das soluções A emissão fiscal em Santa Catarina está disponível nas seguintes soluções: PDV Desktop: disponível a partir da versão 2.8.0 do terminal e servidor. Atendimento de Mesas Android: homologado e disponível para utilização em SC. Smart TEF: disponível em SC, pois está vinculado ao PDV Desktop. Autoatendimento V2: disponível em SC quando apontado para um servidor offline. PDV Android: disponível em SC quando apontado para um servidor offline. 4. Requisitos Antes de iniciar a configuração, confirme se o estabelecimento atende aos seguintes requisitos: Possuir o módulo de Notas Fiscais. Possuir certificado digital A1, no formato .pfx, válido. Possuir Inscrição Estadual ativa. Solicitar a liberação de uso do PAF-NFC-e à ConnectPlug. Possuir o CSC e ID Token de produção, após a liberação. Sempre verificar com a contabilidade a necessidade de informar o telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão do documento fiscal ao consumidor.     5. Dados necessários para configuração Solicite ao cliente ou à contabilidade todas as informações fiscais necessárias antes de iniciar a configuração. Dados fiscais gerais Regime tributário: Simples Nacional, Regime Normal, entre outros. NCM Origem da mercadoria CFOP ICMS PIS COFINS CEST, quando aplicável em operações com Substituição Tributária (ST). Série e numeração dos documentos fiscais. CSC / ID Token de produção Importante: os dados fiscais dos produtos devem ser fornecidos ou validados pela contabilidade do cliente.     6. Informações fiscais específicas de Santa Catarina Além das informações fiscais convencionais, o cadastro de produtos em SC possui campos específicos: Código da Situação Tributária Indicador de Arredondamento (IAT) Indicador de Produção Própria ou de Terceiro (IPPT) O preenchimento do IPPT não é obrigatório. Entretanto, caso a contabilidade do cliente determine sua utilização, o campo poderá ser preenchido no cadastro do produto.   7. Configuração das séries fiscais Ao configurar uma conta em Santa Catarina, o sistema realizará parte da configuração das séries automaticamente. Série 001 | DAV A série 001 - DAV - Santa Catarina será criada automaticamente. É necessário vincular um servidor a essa série. Série 001 | NFC-e Em seguida, deve ser criada uma nova série 001 para NFC-e, sem servidor vinculado. Essa configuração faz com que o PDV tente realizar a transmissão online antes de utilizar a contingência. Série 002 | NFC-e Por fim, deve ser criada a série 002 para NFC-e, com servidor vinculado. Essa série será utilizada para a operação em contingência, quando a NFC-e não puder ser transmitida normalmente. Atenção: confira cuidadosamente o vínculo do servidor em cada série. A configuração incorreta pode impactar o fluxo de emissão online e em contingência. Utilização da contingência como primeira opção Caso o cliente opte por utilizar a contingência como primeira opção, essa configuração também deverá ser habilitada na área administrativa do PDV 2.0. 8. Configuração do CSC / ID Token Após a liberação realizada pela ConnectPlug e a geração das credenciais pela contabilidade: Acesse a configuração fiscal do estabelecimento. Informe o CSC / ID Token de produção. Salve as configurações. Realize os testes necessários para validar a emissão. Importante: caso o campo de CSC/ID Token esteja desabilitado, não altere a configuração por conta própria. Consulte o líder responsável para verificar o procedimento adequado.   9. Regras e particularidades da operação Durante a configuração e atendimento do cliente, considere as seguintes regras: A NFC-e é emitida automaticamente ao finalizar a venda no PDV. Para ativar a emissão de NFC-e em SC, não pode haver vendas geradas ou canceladas no sistema. A funcionalidade Comandas é apresentada como Contas de Cliente na versão do PDV habilitada para emissão fiscal em SC. A operação online e a operação em contingência utilizam séries distintas e devem estar configuradas corretamente. O CSC / ID Token utilizado na operação deve ser o de produção.   CONFIGURAÇÃO FISCAL - VENDA DE PRODUTO DO TIPO GÁS A ConnectPlug permite a emissão de NFC-e para vendas de produtos classificados como gás. Para habilitar essa funcionalidade, é necessário ativar uma configuração específica na área de Configurações Fiscais. Após a habilitação, novos campos fiscais serão disponibilizados no cadastro do produto, permitindo o preenchimento das informações necessárias para a emissão da NFC-e. Como habilitar Acesse a área de Configurações Fiscais e habilite a opção correspondente à emissão de NFC-e para produtos do tipo gás. Campos fiscais adicionais Após habilitar a configuração, novos campos fiscais serão disponibilizados no cadastro dos produtos do tipo gás. Esses campos devem ser preenchidos de acordo com as orientações e informações fornecidas pela contabilidade do estabelecimento. Importante: os dados fiscais devem ser validados pela contabilidade do cliente antes da emissão dos documentos fiscais. Disponibilidade Versão mínima: terminal e servidor 2.8.0. EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO RIO GRANDE DO SUL Informações importantes para emissão fiscal no RS Para clientes do Rio Grande do Sul, é necessário observar algumas particularidades relacionadas à emissão fiscal e às soluções utilizadas no estabelecimento. Clientes que utilizam TEF Para operações com TEF, é fundamental manter a emissão em contingência habilitada. Essa configuração garante que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal. Essa orientação deve ser seguida até que uma solução definitiva para o tratamento das operações online e em contingência esteja disponível. Clientes que utilizam POS Móvel Para clientes que utilizam POS Móvel, é necessário: Habilitar a opção Número de Autorização da Operação com Cartão nas configurações do PDV no ERP. Manter a emissão da nota em contingência habilitada. Essas configurações garantem que a informação de autorização da operação com cartão seja registrada corretamente na nota fiscal. Importante: em caso de configuração ou comportamento específico relacionado ao POS Móvel no RS, acione o Time de Produtos. Soluções homologadas para emissão no RS Confira a disponibilidade das soluções para emissão fiscal no estado: Solução Status PDV Android Homologado para emissão no RS Atendimento de Mesas Android Homologado para emissão no RS SMART TEF Homologado para emissão no RS PDV Desktop Homologado para emissão no RS PDV PRO Em breve Dúvidas sobre TEF no Rio Grande do Sul Para entender melhor as regras relacionadas à emissão fiscal e às operações com TEF no estado, consulte a documentação oficial da Receita Estadual do Rio Grande do Sul: Orientações da Receita Estadual do RS sobre Nota Integrada Importante: as regras fiscais podem sofrer alterações. Em caso de dúvidas sobre a obrigatoriedade ou o preenchimento de informações fiscais, a orientação deve ser validada com a contabilidade do cliente e/ou com a Receita Estadual do RS.   EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO MATO GROSSO DO SUL Informações importantes para emissão fiscal no MS Para clientes do Mato Grosso do Sul, é necessário observar algumas particularidades relacionadas à emissão fiscal e às soluções utilizadas no estabelecimento. Clientes que utilizam TEF Para operações com TEF, é fundamental manter a emissão em contingência habilitada. Essa configuração garante que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal. Essa orientação deve ser seguida até que uma solução definitiva para o tratamento das operações online e em contingência esteja disponível. Clientes que utilizam POS Móvel Para clientes que utilizam POS Móvel, é necessário: Habilitar a opção Número de Autorização da Operação com Cartão nas configurações do PDV no ERP. Manter a emissão da nota em contingência habilitada. Essas configurações garantem que a informação de autorização da operação com cartão seja registrada corretamente na nota fiscal. Importante: em caso de configuração ou comportamento específico relacionado ao POS Móvel no MS, acione o Time de Produtos. Soluções homologadas para emissão no MS Confira a disponibilidade das soluções para emissão fiscal no estado: Solução Status PDV Android Homologado para emissão no MS Atendimento de Mesas Android Homologado para emissão no MS Smart TEF Homologado para emissão no MS PDV Desktop Homologado para emissão no MS PDV PRO Em breve Dúvidas sobre TEF no Mato Grosso do Sul Em caso de dúvidas sobre as regras específicas para emissão fiscal e operações com TEF no estado, consulte a documentação oficial da SEFAZ-MS e valide as orientações com a contabilidade do cliente. GUIA DE CONFIGURAÇÕES FISCAIS INICIAIS Podcast: Escute para aprender  Mapa Mental: Visualize para memorizar Vídeo: Assista para entender     1. Introdução: O Caminho para a Emissão Fiscal Bem-vindo ao guia de configurações fiscais do ConnectPlug. O objetivo deste documento é orientar o time interno da ConnectPlug no processo de configuração inicial dos parâmetros fiscais para novos clientes, garantindo uma transição suave e em conformidade com as obrigações tributárias. É fundamental reforçar que a ConnectPlug fornece a ferramenta tecnológica para a emissão de notas fiscais. No entanto, toda a responsabilidade pela definição de parâmetros, alíquotas, códigos (NCM, CFOP, etc.), regimes tributários e demais regras fiscais é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. A ConnectPlug, como fornecedora da tecnologia, não possui jurisdição para definir parâmetros fiscais. O contador é a autoridade máxima para definir como o sistema deve ser parametrizado. Antes de começarmos, vamos garantir que você tenha todos os pré-requisitos em mãos.     2. Pré-requisitos Essenciais: O Checklist para Começar Para habilitar a emissão de notas fiscais no sistema ConnectPlug, é indispensável que o cliente possua os três itens a seguir: Módulo Fiscal Contratado A emissão de documentos fiscais é uma funcionalidade adicional. O cliente precisa verificar se o módulo fiscal está ativo em seu plano contratado para ter acesso às ferramentas de parametrização e emissão. Certificado Digital A1 O certificado digital é a identidade eletrônica da empresa. Para a emissão de NF-e e NFC-e no ecossistema ConnectPlug, é obrigatório o uso do certificado modelo A1, no formato de arquivo .pfx. Observação: O modelo A3 (token ou cartão) não é utilizado para a emissão de notas via sistema, podendo ser útil apenas em cenários muito específicos, como o acesso ao portal da SEFAZ para vincular um equipamento SAT em São Paulo. CSC (Código de Segurança do Contribuinte) / ID Token Este é um código alfanumérico, também conhecido como "token", que funciona como uma senha para autorizar a emissão de NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica). Ele deve ser gerado pela contabilidade do cliente, e é crucial que seja o código do ambiente de produção. Utilizar um código de homologação (ambiente de testes) resultará em erros na transmissão das notas fiscais. Com os pré-requisitos organizados, vamos entender quais documentos fiscais nossas soluções podem emitir.     3. Documentos Fiscais Emitidos pela ConnectPlug O sistema ConnectPlug está preparado para emitir os principais tipos de documentos fiscais eletrônicos utilizados no varejo brasileiro. Abaixo, detalhamos cada um deles: Tipo de Documento Fiscal Descrição e Uso Principal NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) É o popular "cupom fiscal" eletrônico, utilizado para documentar vendas diretas ao consumidor final, substituindo o antigo cupom fiscal emitido por ECF (Emissor de Cupom Fiscal). NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) Usada para registrar operações de circulação de mercadorias, como vendas entre empresas (B2B), devoluções, transferências de estoque e remessas. SAT-CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico - SAT) Descontinuado em Janeiro/2026. MFE (Módulo Fiscal Eletrônico) Descontinuado em Janeiro/2026. Agora que conhecemos os documentos, vamos ao passo a passo para configurar o sistema.     4. Passo a Passo: Configurando o Sistema Siga estas etapas de forma sequencial para garantir uma configuração fiscal correta e completa. 4.1. Preenchimento dos Dados da Empresa O primeiro passo é garantir que todas as informações cadastrais e fiscais da empresa estejam corretamente preenchidas no ERP. Acesse a aba "Dados da Empresa" no menu principal. Verifique se todos os campos de identificação (CNPJ, Razão Social, Endereço) estão completos. Na seção de informações fiscais, confirme se o Ambiente está definido como "Produção". O ambiente "Homologação" é usado apenas para testes e não tem validade fiscal. Certifique-se de que o campo "Inscrição Estadual" está preenchido. Esta informação é obrigatória para a emissão de NFC-e.   4.2. Instalação do Certificado Digital A1 Com os dados da empresa preenchidos, o próximo passo é instalar o certificado digital. Na mesma tela de "Dados da Empresa", localize a seção "Certificado Digital". Clique para fazer o upload do arquivo .pfx (modelo A1) fornecido pela certificadora. Insira a senha do certificado e salve as alterações. Caso o cliente ainda não possua um certificado, ele pode utilizar a opção "Comprar Certificado" para ser direcionado e adquirir um conosco. 4.3. Inserção do CSC / ID Token Para emitir a NFC-e (Cupom Fiscal), é necessário inserir o Código de Segurança do Contribuinte. Navegue até Configurações > Configurações Fiscais > Config NFe. No campo "CSC/ID TOKEN", cole o código alfanumérico fornecido pela contabilidade. Lembre-se: é essencial que este seja o código de produção para que as notas sejam validadas pela SEFAZ. 4.4. Configuração da Série e Numeração das Notas Esta etapa é crucial, especialmente para clientes que estão migrando de outro sistema emissor. É preciso garantir a continuidade da sequência numérica das notas. Acesse Configurações > Configurações Fiscais > Série de Nota Fiscal. Crie uma nova série para o tipo de nota desejado (NF-e ou NFC-e). Informe o número da última nota fiscal emitida no sistema anterior. O ConnectPlug iniciará a emissão a partir do número seguinte. Ponto de Atenção: Uma configuração incorreta da numeração causa a rejeição 539: Duplicidade de NF-e com diferença na Chave de Acesso, um dos erros mais comuns em migrações de sistema. A correção deste erro pode causar tempo de inatividade operacional para o cliente, portanto, a dupla verificação do último número emitido é fundamental.   4.5. Parametrização Fiscal dos Produtos Cada produto vendido precisa ter suas informações tributárias corretamente associadas. O ConnectPlug oferece formas eficientes de realizar essa tarefa.   1. Criação de Grupos Fiscais Para otimizar o processo, você pode criar modelos de tributação e aplicá-los aos produtos. Acesse Configurações > Configurações Fiscais e selecione "Grupo de ICMS" ou "Grupo de PIS/COFINS".   Crie os grupos com as alíquotas e códigos informados pela contabilidade. Dica: Se a maioria dos produtos compartilha a mesma tributação, marque o grupo correspondente como "Padrão". Assim, todos os novos produtos cadastrados já receberão essa configuração automaticamente. Repita o passo acima para os Grupos:  Grupo do ICMS Grupo do IPI Grupo do PIS/COFINS   2. Aplicação nos Produtos Com os grupos criados, aplique as informações aos produtos existentes. A forma mais eficiente de configurar múltiplos produtos é através da "Atualização em Lote", encontrada no menu Estoque > Produtos. Selecione os produtos que compartilham a mesma tributação e adicione-os ao lote. Na tela de atualização, vá para a seção "Informações Tributárias" e aplique os dados necessários (NCM, CFOP, Origem, Grupo de ICMS, etc.) a todos os produtos selecionados de uma só vez. Dica de Especialista: Antes de iniciar a atualização em lote, solicite à contabilidade do cliente que organize os produtos em categorias com base na sua classificação fiscal (por exemplo, "Produtos com Substituição Tributária", "Produtos Isentos", etc.). Esta etapa proativa torna o processo de seleção e aplicação em lote significativamente mais rápido e preciso, demonstrando uma abordagem consultiva e prevenindo erros de parametrização. Com a configuração geral concluída, é crucial conhecer as particularidades fiscais de alguns estados.     5. Atenção às Particularidades por Estado A legislação tributária no Brasil possui variações significativas entre os estados. Alguns exigem configurações ou processos específicos no sistema. Estado Principal Particularidade Santa Catarina (SC) Exige um processo de liberação do CSC via ticket com a ConnectPlug e a configuração obrigatória de 3 séries de nota. Paraná (PR) Requer um credenciamento na SEFAZ, vinculando a ConnectPlug como software house, para que a contabilidade possa gerar o CSC. Rio Grande do Sul (RS) A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel. Mato Grosso do Sul (MS) A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel.   5.1. Detalhes para Santa Catarina (SC) O estado de Santa Catarina possui um fluxo de ativação único: Liberação do CSC/ID Token: A contabilidade só consegue gerar o código após a ConnectPlug solicitar a liberação de uso do "PAF NFC-e" junto à SEFAZ-SC. Essa solicitação é feita internamente via ticket. Requisitos Específicos: Três Séries de Nota: É obrigatória a configuração de três séries distintas: DAV (Documento Auxiliar de Venda), NFC-e online, e NFC-e offline (para contingência). Emissão Automática: Toda venda finalizada no PDV gera, obrigatoriamente e de forma automática, uma NFC-e. Sistema sem Vendas Prévias: A ativação fiscal só pode ser realizada em uma conta que não possua histórico de vendas (nem mesmo canceladas). 5.2. Detalhes para Rio Grande do Sul (RS) e Mato Grosso do Sul (MS) Para clientes destes estados que utilizam soluções de pagamento integrado, há uma exigência crucial: Habilitação de Contingência Obrigatória: Para clientes que operam com TEF ou POS Móvel, é essencial habilitar a emissão de nota em contingência. Esta configuração é mandatória para garantir que as tags obrigatórias de informação de pagamento sejam geradas corretamente no arquivo XML da nota fiscal, evitando problemas de conformidade com a legislação estadual. 5.3. Detalhes para Paraná (PR) O processo para obter o CSC no Paraná envolve uma etapa prévia de credenciamento: Vinculação da Software House: Antes que a contabilidade possa gerar o CSC, é necessário realizar um credenciamento no portal da SEFAZ-PR. Durante este processo, o cliente deve vincular formalmente a ConnectPlug como sua software house designada. Apenas após essa vinculação ser confirmada pela SEFAZ é que o contador terá permissão para emitir o CSC de produção. Após realizar todas as configurações e começar a emitir, veja como gerenciar suas notas fiscais.     6. Gerenciando suas Notas Fiscais no ERP Com o sistema configurado e as vendas ocorrendo, você pode gerenciar todos os documentos fiscais emitidos de forma centralizada. Acesse Vendas > NF-e / NFC-e para visualizar uma lista completa das notas, com seus respectivos status (transmitida, cancelada, com erro, etc.). A partir desta tela, você pode executar ações rápidas como baixar o arquivo XML (o arquivo fiscal oficial e legalmente válido), baixar a DANFE (a representação gráfica simplificada da nota para transporte e conferência) e enviar a nota por e-mail para o cliente. Uma nova funcionalidade também permite o envio por e-mail diretamente da tela final de venda no PDV. Utilize a ferramenta Facilita NF-e para consultar as notas fiscais que foram emitidas por fornecedores contra o CNPJ da sua empresa, facilitando a conferência de entradas. Clique aqui para ver o artigo relacionado ao Facilita NFE! Este guia cobriu os passos essenciais para iniciar sua jornada fiscal com a ConnectPlug.     7. Conclusão e Próximos Passos Neste guia, abordamos os pontos-chave para a configuração fiscal inicial: a importância de ter os pré-requisitos em mãos, o passo a passo detalhado para parametrizar o sistema e a atenção necessária às regras específicas de cada estado. Reforçamos: a contabilidade do cliente é a autoridade máxima para todas as definições fiscais. Para dúvidas operacionais sobre como realizar essas configurações no sistema ConnectPlug, nosso time de suporte está sempre à disposição para ajudar. CONTINGÊNCIA NA EMISSÃO DE NFCE 🎙️ Podcast: Escute para aprender 📽️ Vídeo: Assista para entender   💡 Introdução: O que é a Contingência? A contingência é um mecanismo de segurança que permite ao lojista continuar realizando vendas e emitindo documentos fiscais (NFC-e) mesmo quando há uma interrupção na comunicação com os servidores da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) ou falhas na conexão de internet. Nesse modo, a nota é gerada offline e transmitida automaticamente para o fisco assim que o serviço for restabelecido.     📌 Contexto / Por que Fazer: Impacto na Operação Continuidade de Vendas: Evita que o estabelecimento perca vendas ou gere filas por impossibilidade de emitir o cupom fiscal. Responsabilidade Fiscal: Com a Reforma Tributária, os documentos fiscais passam a ser tratados como "confissão de dívida". Isso significa que notas emitidas em contingência têm o mesmo valor jurídico e tributário para a apuração da empresa. Conformidade Legal: Alguns estados exigem a ativação da contingência para o funcionamento correto de tecnologias como TEF ou POS Móvel.   ⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais Módulo Fiscal Ativo: O cliente deve possuir o módulo fiscal contratado e configurado. Certificado Digital A1: Obrigatório para a assinatura das notas em modo offline. Série de Nota Fiscal: É necessário ter séries fiscais devidamente cadastradas.   💻 Passo a Passo: Configuração no ERP 2.0 A ativação da contingência no sistema ConnectPlug ERP 2.0 é dividida em duas frentes: a habilitação nos pontos de venda e o vínculo técnico da série. Passo 1: Habilitar nos Aplicativos (PDV) No menu principal, acesse Frente de Caixa > Ponto de Venda > Cadastros. Selecione o PDV ou Totem desejado. Localize a opção para Aplicativo Offline e salve as alterações. Nota: Esse processo deve ser repetido para cada ponto de venda individualmente Passo 2: Vincular o Servidor à Série de Nota Acesse Configurações > Configurações Fiscais > Série de Nota Fiscal. Selecione a série utilizada para emissão de NFC-e. No campo de configuração, vincule o Servidor correspondente a esta série. ⚠️ Ponto de Atenção Crucial: A contingência deve ser ativada no aplicativo servidor. No ERP 2.0, não há necessidade de ativação manual deste modo, pois a lógica de fallback ocorre na ponta da operação (PDV).     🌍 Particularidades Regionais A legislação tributária varia por estado e exige atenção dobrada durante a implantação: Estado Regra Específica Santa Catarina (SC) Exige a configuração obrigatória de 3 séries distintas: DAV (Documento Auxiliar de Venda), NFC-e Online e NFC-e Offline. Rio Grande do Sul (RS) / Mato Grosso do Sul (MS) A habilitação da contingência é mandatória para clientes que operam com TEF ou POS Móvel, garantindo a geração correta das tags de pagamento no XML.     ❓ Dúvidas Frequentes e Boas Práticas O sistema pode usar a mesma numeração para Online e Offline? Sim. Recomenda-se usar a mesma base de dados e sequência para evitar lacunas na numeração ("gaps"), o que simplifica o controle contábil. O que acontece se a nota falhar e a numeração pular? Se a SEFAZ não recebeu a informação (zero retorno), a numeração pode ser reaproveitada para a próxima nota, evitando a necessidade de inutilização. Existe um limite de notas em contingência? Embora tecnicamente possível emitir grandes volumes, é uma boa prática monitorar e não acumular milhares de notas pendentes por longos períodos. O acúmulo excessivo pode sobrecarregar a infraestrutura e gerar custos de processamento desnecessários. Qual o prazo para transmitir as notas offline? As notas emitidas em contingência devem ser transmitidas assim que a conexão retornar. O atraso excessivo pode resultar em multas para o lojista. Certifique-se de que o cliente final esteja ciente de sua responsabilidade no preenchimento dos dados. Em caso de erros constantes de duplicidade, oriente a consulta do protocolo via código antes de tentar uma nova emissão manual. Reforma Tributária Reforma Tributária CONTEXTO REFORMA TRIBUTÁRIA Podcast: Escute para aprender Vídeo: Assista para entender   Introdução: Preparando o Sistema para o IBS e a CBS O Brasil está passando pela maior reformulação fiscal das últimas décadas, substituindo cinco tributos federais, estaduais e municipais sobre o consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Essa unificação resultará no que é chamado de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) Dual brasileiro, visando simplificar o complexo sistema tributário nacional. Para a ConnectPlug, essa mudança exige a adequação do sistema para incluir novos campos e lógicas de cálculo no XML dos documentos fiscais.     Contexto/Por que Fazer: Impacto e Simplificação para o Cliente A implementação dos novos parâmetros fiscais no sistema ConnectPlug é crucial para garantir a conformidade legal dos clientes durante o longo período de transição da reforma, que se estenderá até 2033. Principais Impactos e Oportunidades: Público-Alvo Por que Fazer/Impacto Comercial Simplificação Fiscal por Produto: A reforma elimina o complexo "cenário tributário" e a necessidade de configurar impostos (como ICMS/PIS/COFINS) de forma diferente por estado/filial. A nova tributação será baseada no destino (consumidor) e será configurada por produto, o que simplifica drasticamente o processo de parametrização. O sistema ConnectPlug gerenciará a complexidade da legislação, exigindo que o cliente informe apenas dois códigos por item. Implantação Aumento da Responsabilidade: Os documentos fiscais tornam-se "documentos de confissão de dívida", significando que as informações tributárias lançadas neles serão diretamente consideradas na apuração dos tributos. É vital que os novos códigos (CST e cClassTrib) sejam inseridos e validados corretamente. Suporte Controle de Validade de Alíquotas: Além do NCM, as alíquotas e os códigos fiscais (CST e cClassTrib) terão validade (com data inicial e final de vigência). O sistema precisa controlar ativamente essas validades para evitar erros de emissão e rejeições.     ⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais Antes de iniciar a configuração dos novos impostos IBS e CBS, certifique-se de que o cliente tenha as seguintes informações: Orientação Contábil Profissional: A definição das alíquotas e dos novos códigos é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. Novos Códigos Fiscais por Produto: Os códigos de classificação tributária são agora definidos por item. O contador deve fornecer:   ◦ CST do IBS/CBS (3 dígitos): O Código de Situação Tributária aplicável ao IBS e à CBS.   ◦ cClassTrib (6 dígitos): O Código de Classificação Tributária do IBS/CBS, que correlaciona o CST com a legislação (Lei Complementar 214/2025). Controle de Vigência: As datas de Início e Fim de Vigência dessas classificações e alíquotas. Regime Tributário: Inicialmente, a obrigatoriedade de preenchimento dos campos no XML a partir de Janeiro de 2026 é para empresas do Regime Normal (Lucro Real e Lucro Presumido).     Passo a Passo: Configuração do IBS/CBS por Item A configuração dos novos impostos será realizada principalmente no cadastro dos produtos, substituindo as configurações complexas por estado. Passo 1: Acessar a Configuração Fiscal de Produtos Acesse o cadastro do respectivo Produto>Informações Tributárias>Tributação IBS/CBS Passo 2: Inserir e Vincular os Códigos de Classificação Selecione o item de produto a ser configurado. Localize a seção de Informações Tributárias do produto ou grupo. No campo CST (IBS/CBS), insira o código de três dígitos fornecido pelo contador. No campo Classificação Tributária (cClassTrib), insira o código de seis dígitos. Data de Vigência: Preencha os campos de Vigência Inicial e Vigência Final para os códigos e alíquotas. Nota: O sistema ConnectPlug aplicará automaticamente as alíquotas fixas por lei (ex: 0.1% IBS Estadual e 0.9% CBS em 2026) e fará os cálculos de redução com base no código cClassTrib inserido. O cliente não precisa inserir as porcentagens.   Cenário atual - Testes e Emissões em Ambiente Fiscal Homologação O processo de adequação do sistema ConnectPlug à Nova Reforma Tributária, que introduz o IBS e a CBS, é gradual e está em desenvolvimento. Atualmente, enquanto a implementação completa e a automatização (como a estruturação dos códigos em tabelas e a emissão automática) não são finalizadas pelo time de Desenvolvimento da ConnectPlug , os testes e emissões fiscais com os novos campos tributários estão limitados a um ambiente específico: Ambiente Exclusivo para Testes: As novas tags (campos) de IBS/CBS só estão visíveis e disponíveis para preenchimento quando o sistema está configurado para o Ambiente de Homologação. Este cenário permite ao time e aos clientes se adaptarem e realizarem testes sem afetar o ambiente de produção. Emissão Manual: Neste momento inicial, a inserção dos novos códigos fiscais (CST do IBS/CBS e cClassTrib) é realizada apenas na emissão manual de uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). O cliente do Regime Normal (Lucro Real ou Lucro Presumido) que estiver no ambiente de homologação precisará digitar manualmente os códigos CST (3 dígitos) e a Classificação Tributária (6 dígitos) no campo de tributação do item na nota. Observação Importante: Mesmo estando em homologação, o preenchimento dessas tags se tornará obrigatório a partir de Janeiro de 2026 para clientes do Regime Normal (Lucro Real/Presumido), sob pena de rejeição da nota pelo Fisco. A ConnectPlug está trabalhando para que os campos entrem em produção antes de janeiro/26.     ❓ Dúvidas Frequentes: Suporte e Regras de Negócio Dúvida / Exceção Resposta e Lógica ConnectPlug Quando a regra se torna obrigatória no sistema? As tags (campos) de IBS/CBS se tornam obrigatórias no XML, sob pena de rejeição da nota, a partir de Janeiro de 2026 para empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido). O novo layout já está em produção opcional desde Outubro. Os impostos antigos (ICMS, PIS/COFINS) devem ser removidos? Não. Durante o período de transição (que vai até 2033), os campos dos impostos antigos (ICMS, PIS, COFINS, etc.) continuam sendo obrigatórios e devem ser preenchidos no documento fiscal, coexistindo com os novos campos de IBS e CBS. E os clientes do Simples Nacional? As orientações para o Simples Nacional (CRT=1, 2, 4) serão publicadas em Nota Técnica futura, pois a tributação para esses contribuintes só ocorre a partir de 2027. No entanto, o novo layout com IBS/CBS entra como opcional para o Simples Nacional em Janeiro de 2026. Onde o cliente encontra o CST e o cClassTrib? A Receita Federal disponibiliza essas informações em tabelas de consulta pública. As tabelas oficiais de CST e Classificação Tributária (cClassTrib) estão disponíveis no Portal Nacional da NF-e, na aba "Documentos", opção "Diversos". O que acontece se o código fiscal estiver vencido? Assim como no controle de NCMs, o sistema ConnectPlug deve validar as datas de vigência (inicial e final) dos códigos CST e cClassTrib. Se o código estiver fora da validade, o sistema deve impedir a emissão para evitar a rejeição por parte do Fisco. O sistema ConnectPlug calcula as alíquotas de redução? Sim. O cliente informa apenas o cClassTrib (código de 6 dígitos). O sistema utiliza esse código para aplicar a lógica interna (como reduções de alíquotas, diferimento ou crédito presumido) e calcular os valores de IBS/CBS, que são fixos por lei inicialmente (ex: 0,1% IBS UF, 0,9% CBS em 2026).     Próximos Passos (Interno ConnectPlug) O time de Desenvolvimento está trabalhando para estruturar as tabelas de códigos (CST e cClassTrib) dentro do sistema, para que o cliente possa selecioná-los em vez de apenas digitá-los (como é feito inicialmente na emissão manual/testes). A reforma tributária, ao simplificar a apuração do imposto na ponta (consumo), transforma a complexidade fiscal em uma confissão de dívida eletrônica. Para a ConnectPlug, isso significa que a precisão no cadastro dos códigos por produto é a chave para a tranquilidade e conformidade fiscal do cliente.   Observação importante: As informações e cenários de testes deste artigo são baseadas nas informações de 05 de Novembro de 2025. GUIA DE CONFIGURAÇÃO: IBS E CBS NA REFORMA TRIBUTÁRIA 💡 Introdução: Preparando o Sistema para o IBS e a CBS O Brasil está passando pela maior reformulação fiscal das últimas décadas, substituindo cinco tributos federais, estaduais e municipais sobre o consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Essa unificação resultará no que é chamado de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) Dual brasileiro, visando simplificar o complexo sistema tributário nacional. Para a ConnectPlug, essa mudança exige a adequação do sistema para incluir novos campos e lógicas de cálculo no XML dos documentos fiscais. 📌 Contexto/Por que Fazer: Impacto e Simplificação para o Cliente A implementação dos novos parâmetros fiscais no sistema ConnectPlug é crucial para garantir a conformidade legal dos clientes durante o longo período de transição da reforma, que se estenderá até 2033. Principais Impactos e Oportunidades: Público-Alvo Por que Fazer/Impacto Comercial Simplificação Fiscal: A nova tributação será baseada no destino (consumidor). O sistema ConnectPlug gerenciará a complexidade da legislação, exigindo que o cliente informe apenas dois códigos (CST e cClassTrib) para parametrizar o sistema. A parametrização de IBS e CBS seguirá a estrutura de Filial/Companhia, semelhante à lógica do CFOP, permitindo tratar exceções de produtos específicos (como cesta básica e combustíveis) de forma correta. Implantação Automação de Alíquotas e Lote: A equipe de implantação deve orientar que o cliente não precisa configurar as alíquotas de IBS/CBS manualmente; o sistema fará essa atualização em background via planilha (similar ao NCM). Além disso, a funcionalidade de Atualização em Lote está operando tanto no sistema legado quanto no PDV atual, agilizando o cadastro. Suporte Aumento da Responsabilidade e Validade: Os documentos fiscais tornam-se "documentos de confissão de dívida". Além disso, as alíquotas e códigos fiscais terão prazos de validade controlados pelo sistema para evitar rejeições do Fisco.   ⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais Antes de iniciar a configuração dos novos impostos IBS e CBS, certifique-se de que o cliente tenha as seguintes informações: Obrigatoriedade: Desde o dia 1º de abril, a emissão com as tags da nova reforma tributária é obrigatória para empresas do Regime Normal (Lucro Real e Lucro Presumido). Novos Códigos Fiscais por Produto: O contador deve fornecer: CST do IBS/CBS (3 dígitos): O Código de Situação Tributária aplicável ao IBS e à CBS. cClassTrib (6 dígitos): O Código de Classificação Tributária do IBS/CBS. Orientação Contábil Profissional: A definição dos novos códigos é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. 💻 Passo a Passo: Configuração do IBS/CBS Passo 1: Configuração por Filial/Companhia O tratamento do IBS e CBS agora é realizado por Companhia/Filial, acompanhando a mesma lógica do CFOP. Acesse o cadastro do respectivo Produto > Informações Tributárias > Tributação IBS/CBS. Insira o CST (IBS/CBS) de 3 dígitos e a Classificação Tributária (cClassTrib) de 6 dígitos informados pela contabilidade. Passo 2: Configuração "De-Para" na Natureza de Operação (Apenas ERP) Para clientes que necessitam de regras específicas em notas de transferência ou operações diferenciadas, foi incluída a funcionalidade de De-Para para IBS e CBS (CST e cClassTrib) dentro das configurações de Natureza de Operação. Nota de Atenção: Esta funcionalidade de Natureza de Operação está disponível exclusivamente para a emissão manual de NF-e via ERP, não sendo aplicável às vendas emitidas pelo PDV. Passo 3: Aplicação via Atualização em Lote Acesse o menu de Produtos > Atualização em Lote. A funcionalidade de inserção em lote para o CST de IBS e a Classificação Tributária está 100% funcional tanto no sistema legado quanto no PDV (Atual/2.0). Selecione os produtos em massa e aplique os códigos correspondentes para agilizar a implantação.   ❓ Dúvidas Frequentes: Suporte e Regras de Negócio Ícone Dúvida / Exceção Resposta e Lógica ConnectPlug 📅 Quando a regra se torna obrigatória no sistema? As tags (campos) de IBS/CBS já são obrigatórias desde 1º de abril para empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido). ⚙️ Onde o cliente configura as alíquotas do IBS e CBS (porcentagem)? O cliente não configura. O IBS e a CBS não estarão nas configurações fiscais manuais do usuário. As alíquotas serão atualizadas internamente pelo sistema ConnectPlug em background através de planilhas (semelhante ao que ocorre com o NCM), já que elas sofrerão mudanças ao longo do ano. 🛒 O "De-Para" de IBS/CBS na Natureza de Operação funciona no PDV? Não. Essa configuração se aplica apenas para a emissão de NF-e manual pelo ERP. ⚖️ Os impostos antigos (ICMS, PIS/COFINS) devem ser removidos? Não. Durante o período de transição (até 2033), os campos dos impostos antigos continuam obrigatórios e devem coexistir com os novos campos de IBS e CBS. 🔢 Onde o cliente encontra o CST e o cClassTrib? Nas tabelas oficiais da Receita Federal disponíveis no Portal Nacional da NF-e, na aba "Documentos" > "Diversos". ATUALIZAÇÃO EM LOTE DE PRODUTOS (IBS E CBS) 💡 Introdução e Contexto: Por que Fazer? Com a chegada da Reforma Tributária, a tributação passa a ser configurada por produto e baseada no destino, exigindo a inserção de novos códigos fiscais (CST do IBS/CBS e o cClassTrib) no cadastro de cada item. Para evitar que o cliente perca horas editando produtos individualmente, a ConnectPlug disponibiliza a ferramenta de Atualização em Lote, garantindo uma transição rápida e em massa para as novas regras. Público-Alvo e Impacto: Implantação: Agilidade extrema no onboarding e adequação de base. A funcionalidade de atualização em lote para os campos de IBS e CBS já está operando e 100% funcional tanto no sistema legado quanto no PDV Atual (2.0). Suporte: Redução de chamados sobre "como atualizar impostos de toda a loja".   💻 Passo a Passo: Aplicando o IBS e CBS em Lote Passo 1: Preparação com a Contabilidade Antes de iniciar, solicite à contabilidade do cliente que organize os produtos em categorias com base na sua nova classificação fiscal (IBS/CBS). Essa separação prévia previne erros na seleção em massa. Passo 2: Acesso à Ferramenta No menu principal do ERP, acesse Estoque > Produtos. Clique no botão de Atualização em Lote. [PRINT 1: Tela de Estoque > Produtos destacando o botão "Atualização em Lote"] Passo 3: Seleção e Edição Utilize os filtros para selecionar todos os produtos que compartilharão a mesma regra tributária. Na seção de Informações Tributárias, localize os novos campos da reforma. Aplique simultaneamente o CST do IBS/CBS (3 dígitos) e a Classificação Tributária / cClassTrib (6 dígitos) para todos os itens selecionados. Salve as alterações. [PRINT 2: Tela de Atualização em Lote mostrando os campos de CST IBS/CBS e Classificação Tributária sendo editados] Nota de Atenção para o Time: Embora a ferramenta esteja funcional em ambas as versões do sistema, a lógica de organização e interface no PDV Atual (2.0) possui diferenças visuais em relação ao sistema legado. Guie o cliente de acordo com a versão que ele utiliza. CONFIGURAÇÃO "DE-PARA'' DE IBS E CBS NA NATUREZA DE OPERAÇÃO 💡 Introdução e Contexto: Por que Fazer? A parametrização fiscal padrão do IBS e CBS ocorre diretamente no cadastro do produto (ou filial/companhia). Porém, para clientes que realizam notas de transferência ou possuem operações com tributações muito específicas, a ConnectPlug desenvolveu a funcionalidade de "De-Para" para IBS e CBS dentro do cadastro de Natureza de Operação. Isso permite sobrescrever a regra padrão do produto em emissões atípicas, garantindo flexibilidade total para o cliente. Público-Alvo e Impacto: Suporte e Implantação: É vital entender a limitação dessa feature. O "De-Para" de IBS/CBS na Natureza de Operação só funciona na emissão manual de NF-e pelo ERP. Ele não se aplica às vendas regulares emitidas pelo PDV.   💻 Passo a Passo: Configurando o "De-Para" Passo 1: Acesso às Configurações Fiscais No menu principal, acesse as Configurações Fiscais e navegue até a aba de Natureza de Operação. Edite uma natureza existente (ex: "Transferência de Mercadoria") ou crie uma nova. [PRINT 1: Tela de Configurações Fiscais > Natureza de Operação] Passo 2: Configuração do De-Para Dentro das configurações da Natureza de Operação, localize a seção do De-Para para IBS e CBS. Insira o CST e a Classificação Tributária que devem substituir a regra original do produto quando esta Natureza de Operação for utilizada. [PRINT 2: Destaque na seção "De-Para" de IBS/CBS dentro da Natureza de Operação] Passo 3: Emissão da Nota (Apenas ERP) Acesse Vendas > NF-e / NFC-e e inicie a emissão de uma NF-e Manual (opção disponível clicando em "Emitir NF-e" no ERP). Ao selecionar a Natureza de Operação configurada no Passo 2, o sistema aplicará automaticamente a regra do "De-Para".   ❓ Dúvidas Frequentes (FAQ Interno) Dúvida / Exceção Resposta e Lógica ConnectPlug O De-Para de IBS e CBS funciona no PDV? Não. Essa funcionalidade atende operações específicas (como notas de transferência) e está disponível exclusivamente para a emissão manual de NF-e através do ERP. Não há aplicação dessa regra nas vendas de balcão (PDV/NFC-e). Por que as alíquotas de IBS/CBS não aparecem na Natureza de Operação? O sistema ConnectPlug gerencia as porcentagens (alíquotas) em background através de planilhas integradas, pois elas mudarão com frequência durante os anos de transição. O cliente insere apenas os códigos (CST e cClassTrib), e o sistema faz o cálculo da alíquota correta.