CONFIGURAÇÃO FISCAL CONFIGURAÇÃO FISCAL - INFORMAÇÕES GERAIS - É possível emitir NFCE, NFE e SAT-MFE (Ceará) pela ConnectPlug. - O sistema da ConnectPlug não gera o Sintegra. O cliente precisará usar o XML das notas geradas (que são possíveis de serem obtidas pela CPLUG) para emitir o Sintegra junto a contabilidade dele. Esse é o único caminho possível relacionado ao Sintegra.- Não realizamos transmissão de notas fiscais de serviço.- Prazo para cancelar uma NFCE: 30 minutos.- Prazo para cancelar uma NFE: depende do estado, variável.- Ambiente de homologação: teste- Ambiente de produção: oficial de transmissão para a receita- Obrigatório uso de certificado digital no formato A1 (.pfx) para emissão de NFE e NFCE.- O CSC/ID TOKEN é apenas obrigatório para emissão de NFCE.- Sempre verificar com contabilidade a necessidade da inserção do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de nota ao consumidor. Informações sobre credenciamentos para emissão de nota fiscal: ✔ Rio Grande do Sul.(fonte: https://receita.fazenda.rs.gov.br/conteudo/5043/solicitacao-de-credenciamento)Solicitar credenciamento para emissão de NF-E em: https://www.sefaz.rs.gov.br/NFE/NFE-CRE.aspx ✔ Santa Catarina.(fonte: https://nfe.sef.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=73&Itemid=10)O processo de credenciamento é constituído de duas fases:1 - credenciamento para testes. O ambiente de testes é liberado para qualquer contribuinte com inscrição estadual ativa, independente do prévio credenciamento.2 - credenciamento para uso final (ambiente de produção) será concedido para aquela empresa que alcançou os parâmetros técnicos e operacionais necessários para emissão definitiva da NF-E em produção. A forma de credenciamento é exclusivamente eletrônica e acessada pela Internet na página oficial da SEF, no Portal do S@T, pelo aplicativo Cadastro-Alteração. O credenciamento final de uso (produção) deverá ser solicitado exclusivamente pelo contabilista responsável. ✔ Paraná.(fonte: http://www.sped.fazenda.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=56) - Todas as empresas que estiverem com a inscrição ativa no Cadastro de Contribuintes do ICMS - CAD/ICMS, com código de regime tributário que contemple emissão de documento fiscal estarão automaticamente credenciadas ao ambiente de homologação de emissão de NF-E.- O início do processo de credenciamento dar-se-á através de requerimento do pedido de uso de sistema de processamento de dados a ser formalizado pelo estabelecimento, por meio do sistema UPD, disponível no portal de serviços Receita/PR. ✔ São Paulo.(fonte: http://www.sped.fazenda.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=56) - Basta credenciar-se no ambiente de produção de emissão de NF-E. ✔ Rio de Janeiro.(fonte: link encurtado aqui.) - A solicitação de credenciamento para emissão de NF-E é feita pela internet, desde que possua certificado digital e sua empresa esteja regularmente inscrita no caderj. (http://www.fazenda.rj.gov.br/projetoCISC/) e em situação de habilitada. ✔ Minas Gerais.(fonte: http://www.fazenda.mg.gov.br/servicos/empresa/documentos-fiscais/Credenciar-como-emissor-de-Documentos-Fiscais-Eletronicos/) - Credenciar o contribuinte como emissor do documento fiscal eletrônico junto à SEF-MG -> http://www.fazenda.mg.gov.br/empresas/sistemas/siare/.Após o credenciamento no SIARE, o contribuinte já estará apto a emitir o documento fiscal eletrônico através de programa emissor específico, devendo ser observadas as orientações dos Manuais de Orientações ao Contribuinte específicos para cada documento fiscal eletrônico, e também o que dispuser a legislação estadual.- A solicitação no SIARE para liberação do ambiente de homologação tem retorno imediato e após a liberação desse ambiente, o contribuinte precisará aguardar 2 horas para solicitar a liberação do ambiente de produção (com validade jurídica). ✔ Espírito Santo.(fonte: https://internet.sefaz.es.gov.br/informacoes/nfe/downloads/guiaPraticoNfe.pdf) Recomendação a ser realizada no período de homologação:•Emitir Nota Fiscal Eletrônica durante dez dias, obedecendo o limite mínimo de 200documentos, ou 5% do número de operações totais estimadas (o que for maior). Tambémé necessário simular o envio de, pelo menos, um lote com 50 NF-es.•Consultar o retorno de recepção de todos os lotes enviados no período.•Fazer o cancelamento de, no mínimo, 20 NF-es.•Realizar, pelo menos, 20 consultas à NF-e, ainda que seja uma por dia.•Inutilizar, pelo menos, cinco números de NF-es.O ambiente de teste não é obrigatório, mas fortemente recomendado pela Sefaz. Ocontribuinte deve estar ciente de que erros no ambiente de produção da NF-e podem acarretar autuações. Por isso, é sugerido que essa etapa seja cumprida. O Ambiente de Homologação estará sempre disponível para a empresa, a fim de que no futuro novos funcionários sejam treinados ou sejam realizados testes de novos programas emissores.- Depois de passar pelo ambiente de testes, o contribuinte está preparado para o de produção.Basta acessar o endereço eletrônicohttp://internet.sefaz.es.gov.br/informacoes/nfe/credenciamento.php e solicitar a entrada emprodução. Para isso, é preciso informar o CPF do contabilista e a senha da Agência Virtual. https://manual.cplug.com.br/link/186#bkmrk-%E2%9C%94-pernambuco.%28fonte%3A-0✔ Pernambuco.(fonte: https://www.sefaz.pe.gov.br/Servicos/nota-fiscal-eletronica/Paginas/credenciamento-de-contribuintes.aspx) - Para a empresa se tornar emissora de NF-e deverá solicitar o credenciamento à Secretaria da Fazenda por meio do site www.sefaz.pe.gov.br, acessando a ARE Virtual e “logar” utilizando o CPF e o certificado digital do responsável pelo acesso à Sefaz-PE (geralmente o contador da empresa efetua esta solicitação). - Deverá solicitar o credenciamento para ambiente de homologação.- Após este procedimento, aguardar 24h para emissão de 10 (dez) notas testes (ambiente de homologação).- Ao finalizar a emissão das 10 (dez) notas testes, deverá solicitar o credenciamento para emissão de notas no ambiente de produção. - A empresa estará disponível para emissão de notas no ambiente de produção 24h após a solicitação. ✔ Mato Grosso do Sul.(fonte: http://www.dfe.ms.gov.br/nfe-credenciamento/index.jsf ) - Para a empresa se tornar emissora de NF-e deverá possuir inscrição estadual com situação regular.- Ser credenciado no ambiente de homologação e ter realizado os seguintes testes:• Transmissão de uma NF-E no ambiente de homologação.• Cancelamento de uma NF-E• Inutilização de uma NF-e.- Após estas emissões, solicitar o credenciamento no ambiente de produção. CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFCE REQUISITOS:- Possuir módulo de notas fiscais.- Possuir certificado digital A1 (formato pfx)- Possuir inscrição estadual- Sempre verificar com contabilidade a necessidade da inserção do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de nota ao consumidor. DADOS NECESSÁRIOS PARA CONFIGURAÇÃO: - Regime tributário (simples nacional, regime normal etc)- Dados fiscais para o cadastro dos produtos (NCM, ORIGEM, CFOP, ICMS, PIS/COFINS. Se for ST: CEST também é necessário)- Série e numeração de nota.- CSC/TOKEN CHECKLISTS: Checklist fiscal PadrãoChecklist fiscal PRChecklist fiscal PA AULA EXPLICATIVA: CONFIGURAÇÃO FISCAL - NFE REQUISITOS:- Possuir módulo de notas fiscais.- Possuir certificado digital A1 (formato pfx)- Possuir inscrição estadual- Sempre verificar com contabilidade a necessidade da inserção do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de nota ao consumidor. DADOS NECESSÁRIOS PARA CONFIGURAÇÃO: - Regime tributário (simples nacional, regime normal etc)- Dados fiscais para o cadastro dos produtos (NCM, ORIGEM, CFOP, ICMS, PIS/COFINS. Se for ST: CEST também é necessário)- Série e numeração de nota. CHECKLISTS: Checklist fiscal PadrãoChecklist fiscal PRChecklist fiscal PA AULA EXPLICATIVA: CONFIGURAÇÃO FISCAL - SANTA CATARINA Sobre geração de CSC e ID TOKEN em SC:Para que a geração do CSC e ID TOKEN seja realizada corretamente em Santa Catarina, é necessário que a ConnectPlug efetue a liberação de autorização de uso do PAF NFC-e. O que muda? Agora, os Times de Suporte e/ou Times de Implementação devem solicitar a liberação via TICKET pelo MOVIDESK, utilizando a Macro: (PPI) - Solicitação Liberação Sefaz SC Neste ticket, é essencial informar: A solicitação formal da liberação de uso do PAF NFC-e A lista de CNPJs para os quais o processo deve ser realizado As solicitações enviadas seguirão o SLA de 08 horas úteis. Após a solicitação: Assim que a ConnectPlug concluir o processo, a contabilidade do cliente poderá gerar o CSC e o ID TOKEN, permitindo a emissão de NFC-e. Consulta de solicitações Para facilitar o acompanhamento, criamos um Painel de Consulta no MOVIDESK, com título: PPI (Liberações SEFAZ) Observação importante: Parceiros do Time de Canais, devem realizar a solicitação via Chat para o Time de Suporte. Caso tenha dúvidas, entre em contato com nossa equipe. Informações importantes sobre emissão de nota fiscal em SC:-> É necessário configurar três séries de nota fiscal para emissão de NFCE.-> A emissão de NFCE no PDV é obrigatória e automática ao finalizar a venda.-> Para realizar a ativação de de emissão da NFC-e em SC o sistema não poderá ter vendas geradas ou canceladas.-> Existem novas informações fiscais possíveis de serem configuradas no cadastro de produto.-> Na versão de PDV que permite emissão de NFCE em SC, o botão COMANDAS é denominado contas de cliente.-> Ao criar uma conta em Santa Catarina e configurar os dados da empresa, o ERP mostrará um pop-up para que o cliente indique se deseja operar exclusivamente com fins fiscais. Essa preferência será armazenada no banco de dados da ConnectPlug para garantir que o cliente tenha as informações necessárias para emitir notas fiscais de maneira completa, caso opte por esse modo operacional. Disponível em:Versão terminal e servidor: 2.8.0 em diante, no PDV Desktop.O Atendimento de Mesas no Android está devidamente homologado no estado e pode ser utilizado normalmente.O Smart Tef pode ser utilizado em todos os estados pois está vinculado ao PDV DESKTOP.O Autoatendimento V2 está disponível para uso em SC, se apontado para o servidor offlineO PDV ANDROID está disponível para uso em SC, se apontado para o servidor offline. Requisitos:- Possuir módulo de notas fiscais.- Possuir certificado digital A1 (formato pfx)- Possuir inscrição estadual- Solicitar liberação de emissão de CSC e ID TOKEN para Cplug.- Sempre verificar com contabilidade a necessidade da inserção do telefone do Instituto de Defesa do Consumidor na emissão de nota ao consumidor. Dados necessários para configuração: - Regime tributário (simples nacional, regime normal etc)- Dados fiscais para o cadastro dos produtos (NCM, ORIGEM, CFOP, ICMS, PIS/COFINS. Se for ST: CEST também é necessário)Dados fiscais no cadastro de produto exclusivos para SC:Código da Situação Tributária | Indicador de Arredondamento - IAT | Indicador de Produção Própria ou Terceiro (IPPT) * -> Não é obrigatório, porém se for indicado pelo contador do cliente, haverá possibilidade de preenchimento. - Série e numeração de nota.Ao configurar uma conta em Santa Catarina, a série 001 - DAV - Santa Catarina será criada automaticamente. É necessário vincular um servidor a essa série.Em seguida, crie uma nova série 001 para NFC-e sem servidor vinculado. Isso fará com que o PDV tente transmitir sempre online antes de tentar a contingência.Por fim, crie uma série 002 para NFC-e com servidor vinculado, permitindo a contingência caso a nota online não possa ser transmitida. Observação [1]: Se o cliente desejar utilizar a contingência como primeira opção, é necessário habilitar essa função também na área administrativa do PDV 2.0. Veja o print abaixo. - CSC/TOKEN:Inserir CSC/TOKEN de produção.Caso o campo esteja desabilitado, verifique com seu líder imediato como proceder. Observações:- A emissão de NFCE no PDV é obrigatória e automática ao finalizar a venda.- Para realizar a ativação de de emissão da NFC-e em SC o sistema não poderá ter vendas geradas ou canceladas.- A função COMANDAS no PDV, será denominada CONTAS de CLIENTE na versão do PDV para emissão de NFCE em SC. Informações atualizadas em 24/03/2026CONFIGURAÇÃO FISCAL - VENDA DE PRODUTO DO TIPO GÁS Agora é possível emitir NFCE para venda de produto do tipo gás.Para que isso seja possível, é necessário habilitar uma flag na área de configurações fiscais. Essa flag, quando marcada, abre novos campos fiscais no cadastro do produto, para configuração. Onde habilitar? Quais novos campos fiscais são habilitados no cadastro do produto? Disponível em:Versão terminal e servidor: 2.8.0 CONFIGURAÇÃO FISCAL - MFE - CEARÁ Módulo pago? Sim Objetivo deste artigo é auxiliar em todo processo de configuração fiscal no estado do Ceará. Será utilizado o MÓDULO FISCAL ELETRÔNICO - MFE. Com a utilização deste módulo será possível emitir CF-E no estado do Ceará. A versão do PDV e CPSERVER para utilização deste recurso será a versão 2.10.1. Vídeo tutorial: 1. Especificações para utilização: Com algumas similaridades com dispositivo SAT, utilizado no estado de São Paulo, o dispositivo MFE será utilizado para emissão de CF-E no estado do Ceará, em substituição ao Emissor de Cupom Fiscal - ECF. Nosso cliente precisa ter em seu plano o módulo Fiscal para utilização, a configuração completa será descrita nos próximos tópicos. 2. Equipamentos Homologados e Vinculação do equipamento MFE ao CNPJ do cliente: 2.1 - Todos equipamentos MFE homologados pela SEFAZ podem ser usados neste cenário, todas configurações são padronizadas, independente do fabricante e modelo do MFE. 2.2 - Vinculação do MFE ao CNPJ do Cliente: Este processo deverá ser feito pelo cliente com apoio da contabilidade do respectivo cliente, neste processo não temos nenhuma autonomia 3 . Instalação e Configuração MFE: Verificar versão Java: Deverá ser utilizada a versão 32 bits (independente da versão do sistema operacional ser 64 bits) - Para instalação desta versão, clique neste link! Observação importante: Utilizar versão offline do JAVA. A versão online possuí histórico de indisponibilidade. Havendo necessidade de atualização de DLLs, deverão ser utilizadas a versões de 32 bits Utilizaremos como exemplo o MFE - Tanca - TM-1000 Drivers e Ativadores - Acesse o link para ter acesso aos drivers e ativadores - Clique aqui para acessar! Acesse o aplicativo de ativação do MFE - Tanca - Ativação do MFE Insira o código de ativação Realize a marcação AC-SEFAZ-CE Insira o  CNPJ DO CONTRIBUINTE  e clique em  ATIVAR Utilização do dispositivo MFE GERTEC Manual do usuário GerMFE Lite - Acesse o link para ter acesso ao documento!! 4. Vinculação do MFE com Software House: 4.1 Geração de HASH: Gere o HASH utilizando o link: CPlug Admin - SAT - Clique para acessar!! Insira o CNPJ do cliente e clique em GERAR 4.2 Vínculo com Software House - Ação interna via time de Produtos Envie CNPJ e HASH criada anteriormente por meio de chamado para o time de Produtos via Admin/Com - Para mais detalhes sobre chamados ao time de Produtos, acesse este artigo!!! Time de produtos terá o SLA de 48 horas para responder ao email 5. Vínculo com Software House - Ação no Ativador MFE Exemplo: MFE- Tanca - TM-1000 Acesse o aplicativo de ativação Insira o código de ativação do dispositivo Insira o  CNPJ DO CONTRIBUINTE Insira o CNPJ da Software House: 22.423.374/0001-52 Insira a HASH no campo TEXTO e clique em ASSOCIAR 6. Configuração ERP e Validação Final CONFIGURAÇÕES FISCAIS > SAT > EDITAR INSERIR CPRINT E SELECIONAR IMPRESSORA QUE IRÁ IMPRIMIR O MFE-CFE FABRICANTE > MODELO > CÓDIGO DE ATIVAÇÃO > VERSÃO DO LAYOUT: 0.08 ASSINATURA DIGITAL (HASH) PONTO DE VENDA > CADASTRO > INSIRO O SAT NAS FRENTES DE CAIXA PONTO DE VENDA > APLICATIVOS > INSIRO O SAT SINCRONIZAR PDV REALIZAR VENDA E TRANSMISSÃO DE NOTA COMPRA DE CERTIFICADO DIGITAL PELA CPLUG A CPLUG proporciona a oportunidade de adquirir certificados digitais no formato A1, disponíveis para tanto para CPF quanto para CNPJ, nas categorias eCPF e eCNPJ. Esses certificados digitais desempenham um papel crucial ao viabilizar a emissão de notas fiscais por meio do sistema. É fundamental observar que, para a emissão de NFCE (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica) ou NFE (Nota Fiscal Eletrônica), é imprescindível possuir CNPJ e Inscrição Estadual. No caso da emissão exclusiva de SAT-CFE (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos), não é necessário utilizar o certificado digital A1 no ERP. No entanto, é importante ressaltar que esse certificado pode ser vantajoso ao possibilitar o acesso ao portal de retaguarda da Secretaria da Fazenda (Sefaz), onde ocorre a vinculação do equipamento SAT ao CNPJ. -> Para obter informações mais detalhadas sobre as obrigatoriedades fiscais relacionadas à emissão de notas, recomendamos acessar este ambiente. VÍDEO TUTORIAL CUSTOO certificado digital tem o custo de R$149,90. COMO ADQUIRIRCaminho: ERP > Engrenagem > Certificado Digital > Comprar Certificado Digital -> Ao clicar em comprar certificado, você será direcionado para uma página na qual, clicará em NOVO CERTIFICADO. -> Logo após, será direcionado para uma página na qual deverá preencher os dados para aquisição do certificado digital. Escolha o tipo de certificado: Este é o local para indicar se deseja adquirir o eCPF ou eCNPJ. Nome: O sistema preencherá automaticamente com os dados contidos no campo de Razão Social. No entanto, é possível modificar manualmente, se necessário. Documento: O sistema preencherá automaticamente com os dados contidos no campo de Razão Social. No entanto, é possível modificar manualmente, se necessário. Insira aqui o CPF ou CNPJ para o qual o certificado digital será emitido. Email: Preencha o endereço de e-mail no qual serão enviadas as instruções de compra e o certificado. Telefone: Forneça o número de telefone de contato do responsável pelo certificado digital. Informações de pagamento: Selecione o método de pagamento desejado para adquirir o certificado digital. -> Após realizar estes passos, será possível visualizar o certificado digital aguardando pagamento: -> Um e-mail informativo será enviado ao cliente, disponibilizando o link para pagamento. -> Ao clicar no link, será direcionado para a página da Vindi para efetuar o pagamento pela forma de pagamento que escolheu. -> Após a conclusão do pagamento, o cliente receberá um link para agendar uma videoconferência destinada à validação de sua identidade. -> Após a conclusão bem-sucedida da videoconferência e validação, o certificado digital será disponibilizado. -> Após a conclusão bem-sucedida do procedimento de validação, o certificado digital será prontamente enviado para o e-mail do cliente. -> Não se esqueça de incorporar o certificado ao seu ERP para iniciar o processo de emissão de notas fiscais.LIBERAÇÃO SEFAZ PR Quando uma empresa deseja emitir notas fiscais eletrônicas no estado do Paraná, ela precisa solicitar a liberação da Secretaria da Fazenda (SEFAZ). Isso é necessário porque a SEFAZ controla e monitora as transações fiscais dentro do estado para garantir que tudo esteja em conformidade com a legislação tributária. Ao solicitar a liberação da software house, a empresa está essencialmente pedindo permissão para utilizar um software específico para gerar e enviar essas notas fiscais eletrônicas. Isso é importante porque garante que o software atenda a todos os requisitos técnicos e legais exigidos pela SEFAZ do Paraná. Assim, ao obter essa liberação, a empresa pode ter certeza de que suas operações de emissão de notas fiscais eletrônicas serão legais e reconhecidas pelo governo estadual, evitando problemas fiscais e garantindo a conformidade com a legislação vigente. Desta forma, nós da ConnectPlug precisamos fazer a liberação quando essas solicitações são feitas. O processo de liberação agora é realizado pelo time de PPI, para que a solicitação seja atendida, você deve criar um Ticket via MOVIDESK. Abaixo seguem informações de como fazê-lo (válido a partir de 14/04/2025): O ticket criado no MOVIDESK deve utilizar a Macro: (PPI) - Solicitação Liberação Sefaz PR Neste ticket, é essencial informar CNPJ e Inscrição Estadual do respectivo cliente. As solicitações enviadas seguirão o SLA de 08 horas úteis. Observação importante: Parceiros do Time de Canais, devem realizar a solicitação via Chat para o Time de Suporte. Consulta de solicitações Para facilitar o acompanhamento, criamos um Painel de Consulta no MOVIDESK, com título: PPI (Liberações SEFAZ) Informações atualizadas em 11/04/2025 EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO RIO GRANDE DO SUL Informações vitais para os clientes do Rio Grande do Sul.Por favor, estejam cientes das seguintes atualizações:-> Clientes que utilizam TEF: É fundamental habilitar sempre a contingência, garantindo que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal. Essa prática é essencial até que seja desenvolvida uma solução definitiva para contingência e online.-> Clientes que utilizam POS MÓVEL: Solicitamos que habilitem a função de "Número de Autorização da Operação com Cartão" nas configurações do PDV no ERP e habilitem a emissão de nota em contingência. Isso garantirá que a tag relevante na nota fiscal seja atualizada com precisão. -> O PDV Android no RS deve utilizar o APK disponível aqui.Se for para POS MÓVEL, acionar time de produtos. -> O Atendimento de Mesas no Android está homologado no estado e pode ser utilizado normalmente.-> O Smart Tef pode ser utilizado em todos os estados pois está vinculado ao PDV DESKTOP. Para aqueles que possuem dúvidas sobre a emissão de TEF no Rio Grande do Sul, sugerimos a leitura do seguinte artigo, o qual pode fornecer informações importantes: https://atendimento.receita.rs.gov.br/notaintegrada#:~:text=N%C3%A3o%20existe%20obrigatoriedade%20de%20se,e%20no%20Comprovante%20de%20Pagamento Informações atualizadas em 20/08/2025.EMISSÃO DE NOTA FISCAL NO MATO GROSSO DO SUL Informações vitais para os clientes do Mato Grosso do Sul.Por favor, estejam cientes das seguintes atualizações:-> Clientes que utilizam TEF: É fundamental habilitar sempre a contingência, garantindo que as tags obrigatórias sejam geradas corretamente no XML da nota fiscal. Essa prática é essencial até que seja desenvolvida uma solução definitiva para contingência e online.-> Clientes que utilizam POS MÓVEL: Solicitamos que habilitem a função de "Número de Autorização da Operação com Cartão" nas configurações do PDV no ERP e habilitem a emissão de nota em contingência. Isso garantirá que a tag relevante na nota fiscal seja atualizada com precisão. -> O PDV Android no MS deve utilizar o APK disponível aqui. Se for para POS MÓVEL, acionar time de produtos. -> O Atendimento de Mesas no Android está homologado no estado e pode ser utilizado normalmente. -> O Smart Tef pode ser utilizado em todos os estados pois está vinculado ao PDV DESKTOP.Para aqueles que possuem dúvidas sobre a emissão de TEF no Mato Grosso do Sul, sugerimos a leitura do seguinte artigo, o qual pode fornecer informações importantes: https://atendimento.receita.rs.gov.br/notaintegrada#:~:text=N%C3%A3o%20existe%20obrigatoriedade%20de%20se,e%20no%20Comprovante%20de%20Pagamento Informações atualizadas em 20/08/2025.GUIA DE CONFIGURAÇÕES FISCAIS INICIAIS ?️ Podcast: Escute para aprender? Mapa Mental: Visualize para memorizar?️ Vídeo: Assista para entender 1. Introdução: O Caminho para a Emissão Fiscal Bem-vindo ao guia de configurações fiscais do ConnectPlug. O objetivo deste documento é orientar o time interno da ConnectPlug no processo de configuração inicial dos parâmetros fiscais para novos clientes, garantindo uma transição suave e em conformidade com as obrigações tributárias. É fundamental reforçar que a ConnectPlug fornece a ferramenta tecnológica para a emissão de notas fiscais. No entanto, toda a responsabilidade pela definição de parâmetros, alíquotas, códigos (NCM, CFOP, etc.), regimes tributários e demais regras fiscais é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. A ConnectPlug, como fornecedora da tecnologia, não possui jurisdição para definir parâmetros fiscais. O contador é a autoridade máxima para definir como o sistema deve ser parametrizado. Antes de começarmos, vamos garantir que você tenha todos os pré-requisitos em mãos. 2. Pré-requisitos Essenciais: O Checklist para Começar Para habilitar a emissão de notas fiscais no sistema ConnectPlug, é indispensável que o cliente possua os três itens a seguir: Módulo Fiscal Contratado A emissão de documentos fiscais é uma funcionalidade adicional. O cliente precisa verificar se o módulo fiscal está ativo em seu plano contratado para ter acesso às ferramentas de parametrização e emissão. Certificado Digital A1 O certificado digital é a identidade eletrônica da empresa. Para a emissão de NF-e e NFC-e no ecossistema ConnectPlug, é obrigatório o uso do certificado modelo A1, no formato de arquivo .pfx. Observação: O modelo A3 (token ou cartão) não é utilizado para a emissão de notas via sistema, podendo ser útil apenas em cenários muito específicos, como o acesso ao portal da SEFAZ para vincular um equipamento SAT em São Paulo. CSC (Código de Segurança do Contribuinte) / ID Token Este é um código alfanumérico, também conhecido como "token", que funciona como uma senha para autorizar a emissão de NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica). Ele deve ser gerado pela contabilidade do cliente, e é crucial que seja o código do ambiente de produção. Utilizar um código de homologação (ambiente de testes) resultará em erros na transmissão das notas fiscais. Com os pré-requisitos organizados, vamos entender quais documentos fiscais nossas soluções podem emitir. 3. Documentos Fiscais Emitidos pela ConnectPlug O sistema ConnectPlug está preparado para emitir os principais tipos de documentos fiscais eletrônicos utilizados no varejo brasileiro. Abaixo, detalhamos cada um deles: Tipo de Documento Fiscal Descrição e Uso Principal NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) É o popular "cupom fiscal" eletrônico, utilizado para documentar vendas diretas ao consumidor final, substituindo o antigo cupom fiscal emitido por ECF (Emissor de Cupom Fiscal). NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) Usada para registrar operações de circulação de mercadorias, como vendas entre empresas (B2B), devoluções, transferências de estoque e remessas. SAT-CF-e (Cupom Fiscal Eletrônico - SAT) Um modelo de cupom fiscal que depende de um equipamento físico (hardware) para autenticar e transmitir os dados. É uma tecnologia de uso exclusivo no estado de São Paulo. Observação importante: Cenário em fase final de descontinuação, a partir de janeiro de 2026 não será mais possivel utilizar. MFE (Módulo Fiscal Eletrônico) Similar ao SAT em seu conceito, o MFE é um equipamento físico (hardware) obrigatório para a emissão de cupom fiscal no estado do Ceará. Agora que conhecemos os documentos, vamos ao passo a passo para configurar o sistema. 4. Passo a Passo: Configurando o Sistema Siga estas etapas de forma sequencial para garantir uma configuração fiscal correta e completa. 4.1. Preenchimento dos Dados da Empresa O primeiro passo é garantir que todas as informações cadastrais e fiscais da empresa estejam corretamente preenchidas no ERP. Acesse a aba "Dados da Empresa" no menu principal. Verifique se todos os campos de identificação (CNPJ, Razão Social, Endereço) estão completos. Na seção de informações fiscais, confirme se o Ambiente está definido como "Produção". O ambiente "Homologação" é usado apenas para testes e não tem validade fiscal. Certifique-se de que o campo "Inscrição Estadual" está preenchido. Esta informação é obrigatória para a emissão de NFC-e. 4.2. Instalação do Certificado Digital A1 Com os dados da empresa preenchidos, o próximo passo é instalar o certificado digital. Na mesma tela de "Dados da Empresa", localize a seção "Certificado Digital". Clique para fazer o upload do arquivo .pfx (modelo A1) fornecido pela certificadora. Insira a senha do certificado e salve as alterações. Caso o cliente ainda não possua um certificado, ele pode utilizar a opção "Comprar Certificado" para ser direcionado e adquirir um conosco. 4.3. Inserção do CSC / ID Token Para emitir a NFC-e (Cupom Fiscal), é necessário inserir o Código de Segurança do Contribuinte. Navegue até Configurações > Configurações Fiscais > Config NFe. No campo "CSC/ID TOKEN", cole o código alfanumérico fornecido pela contabilidade. Lembre-se: é essencial que este seja o código de produção para que as notas sejam validadas pela SEFAZ. 4.4. Configuração da Série e Numeração das Notas Esta etapa é crucial, especialmente para clientes que estão migrando de outro sistema emissor. É preciso garantir a continuidade da sequência numérica das notas. Acesse Configurações > Configurações Fiscais > Série de Nota Fiscal. Crie uma nova série para o tipo de nota desejado (NF-e ou NFC-e). Informe o número da última nota fiscal emitida no sistema anterior. O ConnectPlug iniciará a emissão a partir do número seguinte. Ponto de Atenção: Uma configuração incorreta da numeração causa a rejeição 539: Duplicidade de NF-e com diferença na Chave de Acesso, um dos erros mais comuns em migrações de sistema. A correção deste erro pode causar tempo de inatividade operacional para o cliente, portanto, a dupla verificação do último número emitido é fundamental. 4.5. Parametrização Fiscal dos Produtos Cada produto vendido precisa ter suas informações tributárias corretamente associadas. O ConnectPlug oferece formas eficientes de realizar essa tarefa. 1. Criação de Grupos Fiscais Para otimizar o processo, você pode criar modelos de tributação e aplicá-los aos produtos. Acesse Configurações > Configurações Fiscais e selecione "Grupo de ICMS" ou "Grupo de PIS/COFINS". Crie os grupos com as alíquotas e códigos informados pela contabilidade. Dica: Se a maioria dos produtos compartilha a mesma tributação, marque o grupo correspondente como "Padrão". Assim, todos os novos produtos cadastrados já receberão essa configuração automaticamente. Repita o passo acima para os Grupos: Grupo do ICMS Grupo do IPI Grupo do PIS/COFINS 2. Aplicação nos Produtos Com os grupos criados, aplique as informações aos produtos existentes. A forma mais eficiente de configurar múltiplos produtos é através da "Atualização em Lote", encontrada no menu Estoque > Produtos. Selecione os produtos que compartilham a mesma tributação e adicione-os ao lote. Na tela de atualização, vá para a seção "Informações Tributárias" e aplique os dados necessários (NCM, CFOP, Origem, Grupo de ICMS, etc.) a todos os produtos selecionados de uma só vez. Dica de Especialista: Antes de iniciar a atualização em lote, solicite à contabilidade do cliente que organize os produtos em categorias com base na sua classificação fiscal (por exemplo, "Produtos com Substituição Tributária", "Produtos Isentos", etc.). Esta etapa proativa torna o processo de seleção e aplicação em lote significativamente mais rápido e preciso, demonstrando uma abordagem consultiva e prevenindo erros de parametrização. Com a configuração geral concluída, é crucial conhecer as particularidades fiscais de alguns estados. 5. Atenção às Particularidades por Estado A legislação tributária no Brasil possui variações significativas entre os estados. Alguns exigem configurações ou processos específicos no sistema. Estado Principal Particularidade São Paulo (SP) Opção de uso do equipamento SAT-CF-e (com regras de descontinuação: a partir de janeiro de 2026 não será mais utilizado) ou da NFC-e. Ceará (CE) Uso obrigatório do equipamento MFE, que possui um conceito similar ao SAT. Santa Catarina (SC) Exige um processo de liberação do CSC via ticket com a ConnectPlug e a configuração obrigatória de 3 séries de nota. Paraná (PR) Requer um credenciamento na SEFAZ, vinculando a ConnectPlug como software house, para que a contabilidade possa gerar o CSC. Rio Grande do Sul (RS) A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel. Mato Grosso do Sul (MS) A habilitação da emissão em contingência é essencial para clientes que operam com TEF ou POS Móvel. 5.1. Detalhes para São Paulo (SP) Cenários de Emissão: A contabilidade do cliente definirá se a empresa deve emitir cupons fiscais via SAT-CF-e (equipamento físico) ou diretamente via NFC-e online. Equipamentos SAT Homologados: Os modelos oficialmente homologados pela ConnectPlug são o Tanka S1000 e o Elgin Smart. Aviso Importante (Portaria SRE 79/2024): A legislação paulista está em transição. A partir de 01/01/2026, a emissão de CF-e-SAT será proibida. A ativação de novos equipamentos já está vedada, com exceção para "estabelecimentos que já utilizam o SAT, incluindo suas filiais com o mesmo CNPJ-base." A NFC-e é o padrão futuro para o estado. 5.2. Detalhes para Santa Catarina (SC) O estado de Santa Catarina possui um fluxo de ativação único: Liberação do CSC/ID Token: A contabilidade só consegue gerar o código após a ConnectPlug solicitar a liberação de uso do "PAF NFC-e" junto à SEFAZ-SC. Essa solicitação é feita internamente via ticket. Requisitos Específicos: Três Séries de Nota: É obrigatória a configuração de três séries distintas: DAV (Documento Auxiliar de Venda), NFC-e online, e NFC-e offline (para contingência). Emissão Automática: Toda venda finalizada no PDV gera, obrigatoriamente e de forma automática, uma NFC-e. Sistema sem Vendas Prévias: A ativação fiscal só pode ser realizada em uma conta que não possua histórico de vendas (nem mesmo canceladas). 5.3. Detalhes para Rio Grande do Sul (RS) e Mato Grosso do Sul (MS) Para clientes destes estados que utilizam soluções de pagamento integrado, há uma exigência crucial: Habilitação de Contingência Obrigatória: Para clientes que operam com TEF ou POS Móvel, é essencial habilitar a emissão de nota em contingência. Esta configuração é mandatória para garantir que as tags obrigatórias de informação de pagamento sejam geradas corretamente no arquivo XML da nota fiscal, evitando problemas de conformidade com a legislação estadual. 5.4. Detalhes para Paraná (PR) O processo para obter o CSC no Paraná envolve uma etapa prévia de credenciamento: Vinculação da Software House: Antes que a contabilidade possa gerar o CSC, é necessário realizar um credenciamento no portal da SEFAZ-PR. Durante este processo, o cliente deve vincular formalmente a ConnectPlug como sua software house designada. Apenas após essa vinculação ser confirmada pela SEFAZ é que o contador terá permissão para emitir o CSC de produção. Após realizar todas as configurações e começar a emitir, veja como gerenciar suas notas fiscais. 6. Gerenciando suas Notas Fiscais no ERP Com o sistema configurado e as vendas ocorrendo, você pode gerenciar todos os documentos fiscais emitidos de forma centralizada. Acesse Vendas > NF-e / NFC-e para visualizar uma lista completa das notas, com seus respectivos status (transmitida, cancelada, com erro, etc.). A partir desta tela, você pode executar ações rápidas como baixar o arquivo XML (o arquivo fiscal oficial e legalmente válido), baixar a DANFE (a representação gráfica simplificada da nota para transporte e conferência) e enviar a nota por e-mail para o cliente. Uma nova funcionalidade também permite o envio por e-mail diretamente da tela final de venda no PDV. Utilize a ferramenta Facilita NF-e para consultar as notas fiscais que foram emitidas por fornecedores contra o CNPJ da sua empresa, facilitando a conferência de entradas. Clique aqui para ver o artigo relacionado ao Facilita NFE! Este guia cobriu os passos essenciais para iniciar sua jornada fiscal com a ConnectPlug. 7. Conclusão e Próximos Passos Neste guia, abordamos os pontos-chave para a configuração fiscal inicial: a importância de ter os pré-requisitos em mãos, o passo a passo detalhado para parametrizar o sistema e a atenção necessária às regras específicas de cada estado. Reforçamos: a contabilidade do cliente é a autoridade máxima para todas as definições fiscais. Para dúvidas operacionais sobre como realizar essas configurações no sistema ConnectPlug, nosso time de suporte está sempre à disposição para ajudar.Reforma Tributária CONTEXTO REFORMA TRIBUTÁRIA ?️ Podcast: Escute para aprender ?️ Vídeo: Assista para entender ? Introdução: Preparando o Sistema para o IBS e a CBS O Brasil está passando pela maior reformulação fiscal das últimas décadas, substituindo cinco tributos federais, estaduais e municipais sobre o consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Essa unificação resultará no que é chamado de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) Dual brasileiro, visando simplificar o complexo sistema tributário nacional. Para a ConnectPlug, essa mudança exige a adequação do sistema para incluir novos campos e lógicas de cálculo no XML dos documentos fiscais. ? Contexto/Por que Fazer: Impacto e Simplificação para o Cliente A implementação dos novos parâmetros fiscais no sistema ConnectPlug é crucial para garantir a conformidade legal dos clientes durante o longo período de transição da reforma, que se estenderá até 2033. Principais Impactos e Oportunidades: Público-Alvo Por que Fazer/Impacto Comercial Simplificação Fiscal por Produto: A reforma elimina o complexo "cenário tributário" e a necessidade de configurar impostos (como ICMS/PIS/COFINS) de forma diferente por estado/filial. A nova tributação será baseada no destino (consumidor) e será configurada por produto, o que simplifica drasticamente o processo de parametrização. O sistema ConnectPlug gerenciará a complexidade da legislação, exigindo que o cliente informe apenas dois códigos por item. Implantação Aumento da Responsabilidade: Os documentos fiscais tornam-se "documentos de confissão de dívida", significando que as informações tributárias lançadas neles serão diretamente consideradas na apuração dos tributos. É vital que os novos códigos (CST e cClassTrib) sejam inseridos e validados corretamente. Suporte Controle de Validade de Alíquotas: Além do NCM, as alíquotas e os códigos fiscais (CST e cClassTrib) terão validade (com data inicial e final de vigência). O sistema precisa controlar ativamente essas validades para evitar erros de emissão e rejeições. ⚙️ Pré-Requisitos: Informações Essenciais Antes de iniciar a configuração dos novos impostos IBS e CBS, certifique-se de que o cliente tenha as seguintes informações: Orientação Contábil Profissional: A definição das alíquotas e dos novos códigos é exclusiva do serviço de contabilidade do cliente. Novos Códigos Fiscais por Produto: Os códigos de classificação tributária são agora definidos por item. O contador deve fornecer: ◦ CST do IBS/CBS (3 dígitos): O Código de Situação Tributária aplicável ao IBS e à CBS. ◦ cClassTrib (6 dígitos): O Código de Classificação Tributária do IBS/CBS, que correlaciona o CST com a legislação (Lei Complementar 214/2025). Controle de Vigência: As datas de Início e Fim de Vigência dessas classificações e alíquotas. Regime Tributário: Inicialmente, a obrigatoriedade de preenchimento dos campos no XML a partir de Janeiro de 2026 é para empresas do Regime Normal (Lucro Real e Lucro Presumido). ? Passo a Passo: Configuração do IBS/CBS por Item A configuração dos novos impostos será realizada principalmente no cadastro dos produtos, substituindo as configurações complexas por estado. Passo 1: Acessar a Configuração Fiscal de Produtos Acesse o cadastro do respectivo Produto>Informações Tributárias>Tributação IBS/CBS Passo 2: Inserir e Vincular os Códigos de Classificação Selecione o item de produto a ser configurado. Localize a seção de Informações Tributárias do produto ou grupo. No campo CST (IBS/CBS), insira o código de três dígitos fornecido pelo contador. No campo Classificação Tributária (cClassTrib), insira o código de seis dígitos. Data de Vigência: Preencha os campos de Vigência Inicial e Vigência Final para os códigos e alíquotas. Nota: O sistema ConnectPlug aplicará automaticamente as alíquotas fixas por lei (ex: 0.1% IBS Estadual e 0.9% CBS em 2026) e fará os cálculos de redução com base no código cClassTrib inserido. O cliente não precisa inserir as porcentagens. ?‍? Cenário atual - Testes e Emissões em Ambiente Fiscal Homologação O processo de adequação do sistema ConnectPlug à Nova Reforma Tributária, que introduz o IBS e a CBS, é gradual e está em desenvolvimento. Atualmente, enquanto a implementação completa e a automatização (como a estruturação dos códigos em tabelas e a emissão automática) não são finalizadas pelo time de Desenvolvimento da ConnectPlug , os testes e emissões fiscais com os novos campos tributários estão limitados a um ambiente específico: Ambiente Exclusivo para Testes: As novas tags (campos) de IBS/CBS só estão visíveis e disponíveis para preenchimento quando o sistema está configurado para o Ambiente de Homologação. Este cenário permite ao time e aos clientes se adaptarem e realizarem testes sem afetar o ambiente de produção. Emissão Manual: Neste momento inicial, a inserção dos novos códigos fiscais (CST do IBS/CBS e cClassTrib) é realizada apenas na emissão manual de uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). O cliente do Regime Normal (Lucro Real ou Lucro Presumido) que estiver no ambiente de homologação precisará digitar manualmente os códigos CST (3 dígitos) e a Classificação Tributária (6 dígitos) no campo de tributação do item na nota. Observação Importante: Mesmo estando em homologação, o preenchimento dessas tags se tornará obrigatório a partir de Janeiro de 2026 para clientes do Regime Normal (Lucro Real/Presumido), sob pena de rejeição da nota pelo Fisco. A ConnectPlug está trabalhando para que os campos entrem em produção antes de janeiro/26. ❓ Dúvidas Frequentes: Suporte e Regras de Negócio Dúvida / Exceção Resposta e Lógica ConnectPlug Quando a regra se torna obrigatória no sistema? As tags (campos) de IBS/CBS se tornam obrigatórias no XML, sob pena de rejeição da nota, a partir de Janeiro de 2026 para empresas do Regime Normal (Lucro Real/Presumido). O novo layout já está em produção opcional desde Outubro. Os impostos antigos (ICMS, PIS/COFINS) devem ser removidos? Não. Durante o período de transição (que vai até 2033), os campos dos impostos antigos (ICMS, PIS, COFINS, etc.) continuam sendo obrigatórios e devem ser preenchidos no documento fiscal, coexistindo com os novos campos de IBS e CBS. E os clientes do Simples Nacional? As orientações para o Simples Nacional (CRT=1, 2, 4) serão publicadas em Nota Técnica futura, pois a tributação para esses contribuintes só ocorre a partir de 2027. No entanto, o novo layout com IBS/CBS entra como opcional para o Simples Nacional em Janeiro de 2026. Onde o cliente encontra o CST e o cClassTrib? A Receita Federal disponibiliza essas informações em tabelas de consulta pública. As tabelas oficiais de CST e Classificação Tributária (cClassTrib) estão disponíveis no Portal Nacional da NF-e, na aba "Documentos", opção "Diversos". O que acontece se o código fiscal estiver vencido? Assim como no controle de NCMs, o sistema ConnectPlug deve validar as datas de vigência (inicial e final) dos códigos CST e cClassTrib. Se o código estiver fora da validade, o sistema deve impedir a emissão para evitar a rejeição por parte do Fisco. O sistema ConnectPlug calcula as alíquotas de redução? Sim. O cliente informa apenas o cClassTrib (código de 6 dígitos). O sistema utiliza esse código para aplicar a lógica interna (como reduções de alíquotas, diferimento ou crédito presumido) e calcular os valores de IBS/CBS, que são fixos por lei inicialmente (ex: 0,1% IBS UF, 0,9% CBS em 2026). ? Próximos Passos (Interno ConnectPlug) O time de Desenvolvimento está trabalhando para estruturar as tabelas de códigos (CST e cClassTrib) dentro do sistema, para que o cliente possa selecioná-los em vez de apenas digitá-los (como é feito inicialmente na emissão manual/testes). A reforma tributária, ao simplificar a apuração do imposto na ponta (consumo), transforma a complexidade fiscal em uma confissão de dívida eletrônica. Para a ConnectPlug, isso significa que a precisão no cadastro dos códigos por produto é a chave para a tranquilidade e conformidade fiscal do cliente. Observação importante: As informações e cenários de testes deste artigo são baseadas nas informações de 05 de Novembro de 2025.